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Textos

Breve resenha do independentismo estudantil
13/12/2006
Moncho Lareu Riveiro

Adicado às presas e aos presos polític@s
independentistas e antifascistas galeg@s


Dizia Engels que “a burguesia tem mui pouco que aguardar e muito que temer da formaçom intelectual d@s obreir@s”, é por iso que todo o que gire encol do mundo académico deve ser matéria fundamental para tod@ activista interessad@ na emancipaçom d@s humáns e dos povos. Analisar a construçom do “outro mundo possível” desde as aulas tem, polo tanto, umha importáncia essencial.

Antes de nada, quigera agradecer aos companheiros e companheiras da revista estudantil irmá A Gadoupa, tanto o seu interesse por conhecer as distintas perspectivas da recente história da esquerda independentista no eido estudantil, como que me encarregaram fazer este artigo para dar a conhecer uns poucos traços da mesma. Quigera apontar que esta resenha nom tem mais intençom que a de botar umha olhada crítica cara atrás para poder alviscar com mais claridade o futuro imediato desta importante frente da luita. Que ninguém interprete nestas linhas afám revanchista ou revisionista algúm. Nom é o nosso estilo.

Cómpre aclarar, isso sí, que ante a situaçom desastrosa na que se atopa o panorama agitativo e organizativo do estudantado nacional, é proprio de toda persoa revolucionária –de acçom, que nom de palavra- fazer primeiro auto-critica, e depois, sinalar sem ambagens aos/às culpáveis da mesma. Fazer autocrítica, reconhecendo que em ocasões fomos ingénu@s, que quase sempre fomos alpavardas, que figemos política de preas, que tivemos mais coraçom que cabeça ou que nos perdeu a ilussom desbocada. E sinalar culpáveis, assinando cos nossos auténticos nomes numha revista como esta, e nom agochándo-nos covardemente no anonimato da rede ou no fragor etílico do pub, como é costume entre outr@s pretendid@s “revolucionári@s”.

Tenho que aclarar tamém que a minha experiência na luita estudantil independentista desenrolou-se quase que exclusivamente na Universidade de Santiago de Compostela (USC) polo que a minha visom desta trajectória estará, polo tanto, bastante incompleta e sesgada. Ademais, a bibliografia existente é escassa e tamém bastante tendenciosa.

Para começar cómpre olhar para os precedentes. Ímo-nos trasladar para isso um pouco atrás no tempo.

Um nascimento tortuoso

A ditadura franquista converteu os centros de ensino em cemitérios de cheiro ráncio marcados pola religióm, a repressom, a mediocridade e o adoutrinamento fascista. As represálias contra o estudantado nacional (galego), republicano, laico e progressista deixárom as aulas enlutadas e marcadas polo medo. Haverá que aguardar até a década dos anos 60 para alviscar certas mostras de recuperaçom protagonizadas por pequenos núcleos de estudantes ligados à universidade compostelana.

Neste tempo de clandestinidade, as organizações estudantís de esquerda e anti-fascistas estavam completamente monopolizadas polo comunismo e polo trotskismo estatais e, em menor medida, por um fével anarquismo. O estudantado com certas teimas nacionalistas atopáva-se algo perdido na resistência cultural ou no possibilismo. Eram os tempos de Galaxia, de Fuxan os ventos ou de Voces ceibes.

As revoltas estudantís do 68 na cidade compostelá, paralelas ao Maio francês e iclusso algo anteriores cronológicamente, servírom de catalisador para o (re)xurdimento do Movemento Estudantil Galego (MEG) dun jeito independente. Os acontecimentos desse ano fôrom a faísca precisa para recuperar a independência organizativa do estudantado galego, do mesmo jeito que quatro anos depois começaria tamém a se retomar a independência da classe obreira galega coas importantes mobilizações operárias de Ferrol e Vigo.

Como resultado desta toma de conciência nacional por parte do estudantado mais combativo, em Dezembro do ano 1972 nasce Estudantes Revolucionários Galegos (ERGA) que xurde impulsada pola Unión do Pobo Galego (UPG) tras assumir este novo partido comunista a necessidade vital de dotar ao estudantado galego dumha organizaçom nacional e reivindicativa, enquadrada no projecto de Libertaçom Nacional-Popular que em pouco tempo irá tomando a hegemonia do MEG tirando da vanguarda às organizações estudantis com direcçom espanhola.

A sua organizaçom era disciplinada e assemblearia. Devido a umha análise ajeitada do ensino colonial, a umha táctica alicerzada nas reivindicações mais urgentes do estudantado e a umha boa linha política de massas, foi conseguindo sentar os alicerces do movimento estudantil nacional, chegando a ter presença, além da universidade, em praticamente a totalidade dos liceus e centros de F.P. do País. O seu modelo chegou a inspirar o nacemento doutras organizações semelhantes noutros países, como foi o da basca Jarrai em 1979.

A sua actividade nom ficava só na prática sindical, senom que faziam trabalho político, cultural e social a prol da Naçom. Entre os cursos 72-73 e 74-75 levarám-se adiante campanhas contra as actitudes autoritárias de grandes sectores do professorado, pola melhora da docência ou de boicote e oposiçom às provas de selectividade, o que vai provocar a incorporaçom do estudantado do Ensino Meio à luita estudantil. A implantaçom de ERGA fora de Compostela foi fruto da concepçom do ensino como un problema global e da necessidade de criar um movimento de massas em toda a Naçom.

Trala morte do ditador e a entrada do seu sucessor real, havia certas esperanças numha ruptura democrática que permitira umha reformulaçom do Estado Imperialista Espanhol (EIE), encetando um novo caminho cara a libertaçom nacional. Estas esperanças provocarám num princípio umha importante expansom do nacionalismo de esquerda e umha intensificaçom das luitas populares, vivindo assím ERGA umha época dourada que tem a sua cimeira em Janeiro do 78 coa celebraçom diante de mais dum milheiro de delegadas e delegados do seu Iº Congresso em situaçom de ilegalidade, já que até 1987 non seria legalizada.

A consolidaçom do actual regime espanhol de “democracia” burguesa tralo autogolpe político-militar de Fevereiro do 81, as cisões e crises do Movimento Nacionalista e os erros da própria organizaçom, fam que a começos dos 80 ERGA se convirta numha caricatura do que era. A sua desapariçom e presunta continuaçom polos Comitês Abertos de Faculdade (CAF) e Galiza Nova dévese a umha acçom enquadrada num projecto de paulatino reformismo e assimilaçom do sistema por parte do que hoje conhecemos como nacional-autonomismo ou BnG, renunciando ao modelo organizativo plural, unitário e de massas.

A montanha russa, subidas e quedas

A actividade pública de ERGA durante esses anos dourados, quase na totalidade das ocasões, derivará-se da sua responsabilidade como organizaçom, já nom estudantil, senom juvenil, do nacional-autonomismo. Participará activamente do movimento anti-OTAN, apoiará as greves gerais dos anos 84-85 realizando paros e manifestações de estudantes e denunciará os intentos de manipulaçom e tergiversaçom das figuras de Rosalia de Castro e de A.D.R. Castelão coincidindo co traslado dos restos do rianjeiro à Galiza, solicita aliás o voto para um BnG a cada vez mais claudicante nas citas electorais e consegue integrar-se no Conselho da Juventude da Galiza com muitos problemas ao ser alegal.
Na década de 80 o independentismo organizado desapareze practicamente das aulas do País até meiados dos anos 90, exceptuando a estudantes que militavam nos CAF e que eram maioritariamante militantes ou simpatizantes do Partido Comunista de Liberación Nacional (PCLN) ou de Xerfas, as mocidades de Galiza Ceive (OLN). Nom pouc@s destas e destes moç@s pagárom coa cadeia, o exílio e a repressom o seu compromisso coa nossa Naçom e coa nossa classe.

Em poucos anos os CAF e a sua expressom no ensino meio, os Comitês Abertos de Estudantes (CAE), medram a base da moderaçom das suas luitas, do possibilismo, da financiaçom alheia à sua militáncia e do apoio de certas equipas decanais e rectorais. Aínda assím, a finais do 1994 um sector majoritário da organizaçom em Compostela, liderado por estudantes militantes da socialdemocracia nacionalista, muit@s delas/es teoricamente independentistas, escíndem-se e criam o Movimento Estudantil Universitário (MEU). Os CAF passam assím a ser umha organizaçom quase que exclusivamente de obediência UPeGalha. A base de originalidade, pluralidade e dum estilo estético algo naïf, o MEU consegue ser o principal sindicato estudantil na universidade compostelá. Mas, mália a sua incansável actividade, a carência dumha canteira como a dos CAE no ensino meio e do conseguinte relevo geracional, fai que o MEU vaia esmorecendo e desapareza ao começar o novo século.

Os CAF assumem a estrategia reformista à vez que intentam manter a imagem tradicional e histórica do nacionalismo popular coa intençom de mostrar-se como a organizaçom “mais legítima” num tempo de medre importante das entidades nacionalistas em geral. Dentro dos CAF-CAE vam-se imponhendo carências de democracia interna, umha forte burocratizaçom dos órgãos de direcçom, a criaçom de áreas de poder onde se movem @s denominad@s “trepas” e a conseguinte estruturaçom dumha espécie de “sindicato” de serviços gestionado pol@s mesm@s.

A meiados dos 90 o estudantado galego volve a tomar as ruas. No meio de cárregas policiais, traições de reitores “nacionalistas” e recortes nas concessões das bolsas de estudo, fragóa-se umha nova jeira de importante activismo estudantil. Outra faísca, como foi a brutal agressom policial do 3 de Dezembro de 1996 em Compostela pôde-se considerar como o ponto mais álgido desta jeira nova.

Um dos resultados desta nova jeira foi a fundaçom de Estudantes Independentistas (EI) em Dezembro de 1995 que vem a organizar no seu seio a um grupo de estudantes sem militáncia prévia que começam a construír com muitas dificultades o até de agora mais importante sindicato estudantil da esquerda independentista. Os primeiros passos de EI nutrírom-se de pequenas vitórias, como a eleiçom de vários representantes (11) para a Junta de Faculdade de História, Hª da Arte e Geografia da USC ou a entrada por primeira vez no Claustro. Mas a cárrega pesada do ideologismo, da inexperiência e de certas actividades impróprias dumha organizaçom sectorial do estudantado, como a de “repensar” a reorganizaçom e reunificaçom da esquerda independentista, freárom bastante o ritmo de crescimento inicial de EI.

Aínda assím a finais de 1998 EI já contava com umha importante expansom territorial. Umha das causas foi a política de unidade de acçom com CAF e MEU para loitar na rua, nas plataformas e nas assembleias pola educaçom pública. A princípios do 2000 EI conseguíu ser notícia a nível estatal ao conseguir paralisar a distribuiçom no eido nacional do jornal “estudantil” filo-fascista Gaceta Universitaria tras dumha campanha de denúncia das intenções elitistas e fundamentalistas deste panfleto católico de Recoletos S.A. Para aquela altura EI estava espalhada por todo o território nacional e contava con dúzias de representantes nas Juntas e nos Claustros (3), algo que aínda nom conseguiu igualar nem de longe o autoproclamado independentismo estudantil “unitário” actual. Na faculdade de Filologia da USC chegamos a nos juntar um importante núcleo militante, com 20 quadros e outr@s tant@s filiad@s. De EI saímos pessoas que acabamos por nutrir as fileiras de partidos independentistas, centrais sindicais, organizações juvenís, associações culturais, centros sociais... e saírom tamém, como na jeira do 88-91, companheir@s que atualmente som prisioneir@s polític@s do EIE.

A partires do 96 nucléa-se na Facultade de História, Hª da Arte e Geografia da USC um colectivo de militantes dos CAF dependentes dumha corrente independentista do BnG com gínia naquele trotskismo estatal e quinta-colunista que, ao entrar em decadência, se infiltrara no nacionalismo galego a finais dos 80/princípios dos 90. Este colectivo, após de abandonar os CAF e intentar chantagear EI exigindo a entrada directa d@s suas/seus membros nos órgãos de direcçom e a mudança do nome da organizaçom, cria em poucos dias e com quase umha dúzia escassa de militantes a Federaçom Estudantil Revolucionária (FER) em Outubro de 99.

Esta “organizaçom” (mais bem colectivo ou grupo de pressom) cria-se coa única intençom de “negociar” em igualdade com uns ingénu@s e inocentes EI que figéramos da palabra “unidade” umha marca da casa baleira mas ao final, perigosa. @s militantes de FER, formad@s no entrismo oportunista, na fascinaçom obsesiva pola imagem e o marketing, na asunçom da teoria revolucionária em dogmas de fe, na execuçom sistemática da disjuntiva controlar ou destruír e na obediência partidista, eram muito mais disciplinad@s e foi-lhes doado submeter a umha organizaçom maioritária pero cumha composiçom mais heterogénea e com certas contradições internas como era EI.

Após um ano académico de tensas reuniões e dumha artificiosa “unidade de acçom”, EI e FER decidírom confluír numha única organizaçom do estudantado da esquerda independentista. No meio das negociações cara a unidade, o afám pola hegemonia da organizaçom que se queria formar fijo que primeiro FER arrastara aos restos do que fora o CAMEM (Comitê Aberto do Movimento Estudantil de Magistério) ao seu rego e que depois EI figera o mesmo co sector independentista de AEGA (Assembleia de Estudantes Galeg@s Antifascistas) radicada na Universidade de Vigo. Outro sector da AEGA, de ideologia mais ou menos libertária, constituíu-se na Assembleia Azrael, de corta trajectória.

Na Assembleia Nacional na que se formou AGIR, teoricamente coa fusom de EI, AEGA, FER e CAMEM, nom assistimos mais da metade da militáncia de EI e a totalidade da de AEGA, que remataría por se disolver. Constituído AGIR, nom tardarám em chegar as purgas e/ou as saídas de antig@s militantes e simpatizantes de EI por desilusom ou fastio. Paseninhamente AGIR passa a herdar e asumir directamente os vízios do que fora a FER: a carência absoluta de espírito autocrítico, a teima pola estética e o desenho, o afám por aparentar mais força e capacidade organizativa da que realmente se tem, o voluntarismo enfermiço (acçom pola acçom), a discilplina sectária, a imitaçom mecánica de modelos foráneos, a endogámia nas relações pessoais, a incapacidade para assumir a formaçom teórica e aplica-la à realidade socio-económica do estudantado popular, o submetemento da problemática estudantil às necessidades partidárias,... demasiadas eivas para quem se autoproclamar “revolucionário”.

Nas mobilizações contra a LOU (Novembro de 2001-Março de 2002) Galiza e o estudantado galego convertémo-nos objectivamente no maior foco de luita e resistência estudantil de todo o Estado e seguramente de Europa. As assembleias de estudantes por faculdades e a coordenaçom das mesmas em órgãos unitários revelou-se como um método efectivo para a luita do estudantado.

Mas o perigo deste modelo está na sua vulnerabilidade ante a actuaçom sectária de grupos organizados, e éstes nom tardárom em se revelar. No marco destas mobilizações assemblearias e plurais, muit@s estudantes da USC fomos testemunh@s de como as organizações CAF e AGIR e, em menor medida, outros grupúsculos ligados ao PsoE ou EU, se adicávam em exclusiva a dividir ao estudantado mobilizado e organizado coa única intençom de sacar proveito das tensões internas e “pescar” militantes. Ja dí o refraneiro a rio revolto...

Adiante pola reconstruçom do movimento estudantil

Como resultado disto, anos depois desses dias históricos póde-se dizer que o panorama do MEG é objectivamente desolador e a situaçom das organizações estudantis nacionais é patética, embora amossem a cotio outra face de cara à galeria, mais que nada, para manter as apariências. As duas principais, CAF e AGIR vivem de rendas. AGIR está practicamente desartelhada tras desdobrar-se em organizaçom juvenil. Nos CAF alvíscam-se, porém, movementos internos e desde a base que poderiam ir freando tantos anos de deriva reformista.

Na década anterior fracassamos na nossa tarefa de construír umha alternativa revolucionária desde as aulas. Defraudámo-nos a nós mesm@s e falhámos-lhes a essas/es centos de estudantes da classe obreira que chegam à universiadade graças aos grandes esforços e sacrifícios pessoais e/ou dos seus parentes. Temos que reflexionar para nom tropezar coas mesmas pedras.

De ADIANTE (Mocidade Revolucionaria Galega) somos conscientes da importáncia de reconstruír num futuro as estructuras dum sindicato estudantil aberto, revolucionário e democrático. Pequenas iniciativas que nom vam além de um ou dous centros, mália a sua debilidade, poderiam chegar a ser interessantes germes da reconstruçom da organizaçom estudantil do independentismo de classe se fossem capazes de se espalhar e consolidar por mais faculdades e liceus do País.

Mas, num contexto de acossa descarada ao ensino público, coa aprovaçom do Processo de Bolonha e a montagem policial nos liceus (nos “coles” privados nom sabem o que é a droga...), para a mocidade revolucionária galega agora mesmo o máis inmediato é a defessa firme dos direitos do estudantado galego e do nosso ensino público e por isso hoje em dia é mais urgente recuperar a unidade horizontal, assemblear e apartidária do estudantado galego ensaiada na luita contra a LOU em forma de assembleias coordinadas de estudantes e sob os parámetros estratégicos e históricos da nossa luita: ensino nacional, científico, popular e democrático.

Bibliografia utilizada:

- Documentos do Congreso Constituínte do Partido Comunista de Liberación Nacional (PCLN). “A mocidade no Partido. Organización. Traballo nas organizacións de Masas. ENSINO: ERGA”. pp. 31-32. Compostela 1986.
- Boletím ERGA: O lume que prendeu. Editado por CAF, CAE, SLG, BNG e CIG. Compostela 1997.
- Conlusões da IIº Assembleia Nacional de Estudantes Independentistas (EI) Semente dumha terra livre. Compostela 1998.
- Resoluções da Assembleia Constituínte de AGIR. A unidade que nos fai avançar. Compostela 2000.

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1 Comments:
  • At 12/13/2006 11:28:00 da manhã, Anonymous W. Sobchak said…

    Umha dubida: O da estética naif referido ao MEU, por que é? pola falta da típica simbologia das organizaçoms de esquerda?
    Coido que "naif" nom é o termo máis acaido

     

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