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Contra a violéncia dos terratenentes: acabar cos latifúndios
31/07/2006
Os recentes atentados contra líderes campesiños en Venezuela, o último contra Bráulio Álvarez, teñen a sua raiz no comezo, por parte do governo venezolano, dunha loita sen trégua contra os latifúndios.

O vice-presidente, José Vicente Rangel, participou nunha multitudinária concentración campesiña en Yaracuy de denúncia contra os asasinatos de activistas e campesiños por parte de sicários dos terratenentes. Nestra concentración o vice-presidente afirmou:
"Quero dicer que por cada novo atentado que se cometa contra algún dirixente imos expropriar de imediato miles de latifúndios. Esta é a mensaxe para os latifundistas venezolano". "A resposta ten que ser a unidade do povo na rua, combativa e enérxica. A esta revolución e a este povo non os farán retroceder por nada do mundo, porque hai unha decisión de aprofundar a revolución
neste país".

Foi precisamente nesta concentración onde se deu a coñecer a Declaración de San Felipe, asinada por cárregos públicos para aprofundar na loita contra o latifúndio e os direitos do campesiñado venezolano.

Subimos un vídeo coa intervención do Ministro de de Agricultura e Terras, Elias Jaua.


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Nova masacre sionista
30/07/2006

Cando menos 51 persoas, nenos na sua maioria, morreron ao bombardear Israel un edifício na cidade de Qana, no sul do Líbano.

O criminal Ehud Olmert, presidente de Israel, afirmou que non só ese edifício, senón toda a cidade, era unha refúxio de activistas de Hizbullá.

Fonte: elmundo.es

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A resisténcia fai repregar-se aos invasores sionistas

Tropas israelies viron-se forzadas a repregar-se este sábado de zonas libanesas na fronteira sul após fortes combates con Hizbulá (Partido de Deus), un dos principais integranes da resisténcia á ocupación.
Sayed Hassán Nasralá afirmou á televisión Al Manar que as forzas rivais non acadaron nengún dos obxectivos coa sua incursión neste país; "todo o que conseguiu foi destruir as infraestruturas do país. Esas non son accións armadas, é salvaxismo".
Segundo informes desa frente, os combates máis duros tiveron lugar esta semana en Bint Jebeil, perto da fronteira austral.
A capacidade de resisténcia demostrada polos activistas do Partido de Deus fixo que os xefes mlitares de Israel decidiran non execturar por agora a ofensiva terrestre e incrementar os bombardeos sobre zonas que por terra non conseguiron atravesar.
No décimoitavo dia do conflito no Líbano os asaltantes perderon cando menos 30 soldados, nove deles cando tentaban controlar Bint Jebeil.
Hizbulá é unha organización formada en 1982, o mesmo ano que Israel puxo en marcha a operación Paz de Galilea como parte da sua guerra no Líbano contra a Organización para a Liberación de Palestina (OLP).
En Bint Jebeil o exército invasor topou-se cunha oposición armada organizada e preparada para unha nova guerra.
Hizbulá, que tivo un papel primordial na retirada das tropas israelís do sul do Líbano en maio de 2000, permanece nas suas posicións pésie á presión dos atacantes e do respaldo diplomático occidental, especialmente dos Estados Unidos.
No momento no que as tropas israelies abandoaron ás areas dos combates, intensificaron-se os bombardeos sobre as posicións insurxentes.
Unha escalada militar xeral é moi posível xa que Israel pretende transformar o sul libanés nunha zona tapón onde o Partido de Deus estexa separado da fronteira como aconteceu coa denominada Franxa de Seguridade.
En Bint Jebeil cumpriron-se os compromisos dos insurxentes de loitar a morte contra o inimigo para evitar a ocupació.
Nota tomada íntegramente da Agéncia Bolivariana de Noticias

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Sobre a situación no Médio Oriente
29/07/2006

Os comunista do mundo están dando unha lizón de solidariedade cos povos palestino e libanés. Antítese do siléncio cómplice da socialdemocrácia, os partidos comunistas inzan estes dias as redaccións dos xornais con comunicados de apoio a Palestina e ao Líbano e de condena dos crimes dos sionistas israelies. Desde o mundo árabe até os EE.UU., pasando pola própria Israel, as organizacións comunistas fan ouvir a sua voz contra o terror imperial.
Unha mostra máis disto é a seguinte declaración do membro da Comisión Política do Partido Comunista Portugués, Ângelo Alves. Na mesma, tacha-se de criminal ao Estado Israelí ao tempo que se condena o seguidismo, por parte do governo portugués, das ordes do império. Tamén se fai un chamamento a participaren nas mobilizacións que estan tendo lugar en Portugal contra esta nova agresión sionista.

Sobre a situação no Médio Oriente, Declaração de Ângelo Alves, da Comissão Política do PCP

1 - O Partido Comunista Português, no seguimento de tomadas de posição anteriormente divulgadas, entende necessário, ao 13º dia da criminosa onda de violência armada desencadeada por Israel contra o Líbano, reafirmar a sua posição de firme condenação dos ataques israelitas que configuram autênticos crimes de guerra, desrespeitam os mais elementares direitos humanos e convenções internacionais e evidenciam a natureza terrorista da política do actual governo israelita.

2 - Há treze dias que o povo libanês vive, mais uma vez na sua história recente, o terror da guerra e da ocupação militar. Paralelamente o povo israelita sofre as consequências da política belicista do seu governo. O balanço destes 13 dias de autênticos massacres é conhecido e atesta o carácter criminoso da actuação israelita. Chegam-nos testemunhos e acusações sobre a utilização de armas não convencionais como o fósforo branco e armas lazer e sobre o ataque indiscriminado a civis, inclusive colunas de refugiados que a confirmarem-se não poderão ficar impunes. Nada pode justificar tamanha destruição e matança, muito menos a captura de soldados de um exército ocupante.

3 – Fruto desta escalada de violência israelita - que conta com a conivência e o apoio dos EUA e União Europeia - a situação no já explosivo Médio Oriente é hoje uma das mais tensas e perigosas das últimas décadas e o alastramento do conflito é um perigo cada vez mais real que, a consumar-se, teria consequências imprevisíveis para a região e para todo o mundo.

4 – A propaganda israelita, apoiada pelos discursos oficiais das grandes potências ocidentais tenta esconder o que é cada vez mais evidente: a captura de soldados israelitas no Líbano e na Palestina - cujas informações sobre as condições em que ocorreram continuam a ser contraditórias - foi apenas o pretexto para a abertura das duas frentes de ataque do exército israelita em Gaza e no Líbano. Nos media ocidentais assiste-se ao lançamento de uma cortina de desinformação que tenta passar a ideia de que o conflito se iniciou apenas após a captura dos soldados israelitas e de que estamos perante uma guerra entre iguais em que o agressor passa à condição de vítima e o ocupado à condição de terrorista, ignorando-se nomeadamente o direito dos povos à resistência à ocupação e à agressão consagrado na Carta das Nações Unidas. Oculta-se que a captura dos soldados israelitas na Faixa de Gaza foi precedida de dois meses de bombardeamentos israelitas. Oculta-se que o exército israelita realiza regularmente “incursões” no Líbano, desde a sua retirada em 2000, e que mantém ocupadas parcelas do território libanês. Oculta-se toda uma história de ocupações e massacres israelitas contra o povo libanês e os campos de refugiados palestinianos no Líbano. Oculta-se ainda que Israel tem 9000 presos políticos palestinianos e libaneses encarcerados nas suas prisões; que nos últimos seis anos prendeu 4500 palestinianos aos quais se somaram recentemente 8 ministros e 25 deputados palestinianos e que recusou agora várias ofertas de troca de prisioneiros.

5- É evidente que estamos perante uma acção deliberada, calculada e preparada de agressão, de tentativa de destruição da Autoridade Palestiniana por um lado e do Líbano enquanto estado independente por outro. A actual crise não pode por isso ser desligada de toda a história da questão central palestiniana em que a actuação israelita é marcada por uma política de anexação de territórios, de ameaça, ingerência e violência contra os seus vizinhos e de controlo dos recursos naturais como a água - que é uma das causas da invasão em curso do Líbano e do objectivo da criação de uma zona de interposição controlada por forças militares ao serviço dos interesses israelitas. A actual ofensiva não pode ainda ser desligada de da construção do “muro sionista”, da declaração unilateral de definição de fronteiras com a anexação de territórios palestinianos e, por último, da deliberada deterioração das condições de vida do povo palestiniano empurrando-os para uma situação de catástrofe humanitária.

6 – Israel, de longe a maior potência militar e nuclear do Médio Oriente invoca o seu direito à defesa, mas a verdade é que a actual ofensiva é parte de um processo mais geral conduzido pelos EUA, com a colaboração cada vez mais activa de várias potências europeias, de domínio imperialista desta região. Este plano passa pela aniquilação de vários países enquanto estados soberanos, como foi o caso do Iraque, e do estabelecimento de protectorados sem capacidade militar autónoma e sem condições para resistir ao projecto de domínio imperialista no Médio Oriente. Um plano que visa igualmente aniquilar e calar quaisquer movimentos populares de resistência aos objectivos acima descritos e negar o direito dos povos à defesa da sua independência e soberania.

7 – Israel, possivelmente o país que mais resoluções da ONU já desrespeitou, o país cuja história é marcada pela agressão a outros povos, pela ocupação de territórios que não lhe pertencem e por uma política de terrorismo de Estado de sucessivos governos, vem agora invocar resoluções das Nações Unidas para justificar a agressão. Mas também aqui a desinformação é muita: a resolução 1559 do Conselho de Segurança das Nações Unidas é isolada das inúmeras resoluções sobre o chamado conflito israelo-palestiniano - à luz das quais Israel é um Estado fora da Lei - sendo o seu conteúdo deturpado ocultando-se nomeadamente que o seu sentido aponta para a resolução do problema das milícias militares num quadro de respeito pela soberania e integridade territorial do Líbano.

8 – A ofensiva israelita no Líbano revela ainda dois dados novos na análise da situação no Médio Oriente: o primeiro, é que ela configura uma participação mais activa de Israel nos planos norte-americanos de domínio do Médio Oriente. A “neutralização” do Líbano e a possível pressão ou acção contra a Síria e Irão surge aos olhos da administração norte-americana como fundamental para tentar controlar o pântano em que se encontram as tropas norte-americanas no Iraque.. O segundo é a vontade já declarada da União Europeia de intervir mais directamente na região e aceitar o repto do “amigo” israelita de estacionamento de uma força militar “robusta” da NATO e/ou da União Europeia que “não se limite a fazer relatórios”, nas palavras dos dirigentes israelitas, mas que participe de facto na reocupação de parte do território libanês.

9 – Perante este quadro as ditas “soluções” que amanhã estarão em discussão na reunião de Roma não serão mais do que a prossecução dos objectivos essenciais desta operação: solidificar a ideia do Líbano como estado falhado; criar as condições para uma mudança de regime mais próximo dos interesses israelitas e norte-americanos que possa empurrar o Líbano para a condição de protectorado; proceder à reocupação de parte do território libanês seja por via da ocupação militar directa israelita, seja por via do estacionamento de uma força militar da NATO e/ou da União Europeia e por fim reafirmar a hegemonia do bloco EUA/Israel no Médio Oriente. Paralelamente Israel consegue desviar as atenções da chamada “comunidade internacional” dos crimes que continua a cometer em territórios palestinianos. Ou seja, amanhã em Roma, o que vai estar em cima da mesa das negociações não são as soluções, mas sim, factores que apenas contribuirão para aprofundar ainda mais a tensão em todo o Médio Oriente.

10 – O que está a acontecer no chamado Médio Oriente e Ásia Central é consequência directa da política cada vez mais cerrada de guerra, ocupação, ingerência e chantagem imperialistas liderada pelos EUA, Israel e potências ocidentais europeias no Médio Oriente. A rapina dos recursos naturais, o controlo do fluxo de matérias primas energéticas e a consolidação de posições geo-estratégicas na região estão na origem primeira das guerras em curso no Afeganistão, Iraque, Palestina e Líbano. Falamos de milhões de seres humanos que estão a ser vítimas dos obscuros planos dos EUA e da NATO, falamos de milhares de milhões de Euros de infraestruturas arrasadas, de patrimónios históricos e culturais, partes importantes da história da nossa civilização destruídos. Falamos de “feridas” ao nível da convivência pacífica dos povos e do intercâmbio de valores culturais e civilizacionais que poderão demorar décadas, senão mais, a sarar. É tempo de parar, de reflectir nas consequências que terá para toda a humanidade a prossecução destas políticas. É tempo de dar espaço à paz, à resolução política dos conflitos e à vontade genuína dos povos.

11 – Uma solução de paz, justa e duradoura para o Médio Oriente passa obrigatoriamente pelo reconhecimento do direito de todos os povos do Médio Oriente à sua soberania e independência, livres de ingerências externas, pela retirada do exército israelita de todos os territórios Libaneses e dos territórios ocupados da Palestina e pela retirada dos exércitos que continuam a ocupar o Iraque e o Afeganistão.

12 – A questão palestiniana assume particular importância neste quadro. Só com a retirada do exército israelita para as posições anteriores às ocupações de 1967 e a destruição do muro sionista; só com o desmantelamento de todos o sistema de colonatos israelitas que tornam a vida deste povo insuportável; só com o fim do cerco a Gaza; com o reconhecimento, plasmado em inúmeras resoluções da ONU, do direito do povo palestiniano à edificação do seu Estado, livre, independente e viável com capital em Jerusalém Leste, lado a lado com Israel e com a solução da questão dos refugiados palestinianos de acordo com as resoluções da ONU. Só verificadas todas estas condições é que poderemos falar de uma real paz justa e duradoura na região.

13 – A retirada imediata das tropas israelitas do Líbano e a troca de prisioneiros, como factores de construção de confiança são as duas medidas que podem no imediato pôr fim aos massacres. Nenhuma outra medida que na prática signifique a reocupação do Líbano resolverá a questão ou contribuirá para o desarmamento das milícias libanesas num quadro em que o PCP reafirma o direito do povo Libanês e de todos os povos do mundo à resistência contra a ocupação militar.

14 - Estas são as razões de fundo pelas quais o PCP se opõe ao envio de uma força militar internacional para território Libanês e se oporá frontalmente à participação de Portugal nessa força de ocupação.

15 – O PCP crítica a actuação do governo português neste cenário de crise internacional, tanto mais quando confrontado com o facto de cidadãos nacionais serem empurrados para a condição de refugiados de guerra, vítimas dos ataques israelitas se limitou a apelar à “contenção” alinhando com o discurso oficial da Casa Branca ao mesmo tempo que se põe em “bicos de pés” para integrar uma força de reocupação do Líbano. Tal actuação é contrária aos princípios enunciados na Constituição da República Portuguesa e em nada dignifica, junto dos povos do Médio Oriente, a imagem de Portugal. O PCP exige por isso do governo português uma inversão da sua política de total alinhamento com os interesses imperialistas e uma enérgica posição de condenação das atrocidades israelitas e de solidariedade para com os povos vítimas da agressão e da ocupação.

16 - O PCP, juntando-se a mais de 60 partidos comunistas e progressistas de todo o mundo que, em comunicado comum, expressam a sua solidariedade aos povos e às organizações progressistas que em Israel, na Palestina, no Líbano e por todo o Médio Oriente prosseguem a luta por uma paz justa e duradoura na região, apela aos trabalhadores e ao povo português que por todos os meios ao seu alcance façam ouvir a sua voz solidária para com todos aqueles que sofrem e são vítimas das agressões do imperialismo e do sionismo na região do Médio Oriente e que participe nas concentrações convocadas para amanhã, em Lisboa, às 18h30, em Frente à Embaixada de Israel e, no Porto, às 18h00, na Praça da Batalha, convocadas por dezenas de organizações portuguesas, entre as quais o PCP.

A paz é possível no Médio Oriente, cabe ao povo português e aos povos de todo o mundo lutar por ela.

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O enxebrismo colonial do PSdeG-PSOE

O "debate" verbo do novo estatuto de Galiza ven de acadar cotas de surrealismo nunca antes vistas. A proposta do PSdeG-PSOE de definir o carácter do noso país como "Nación de Breogán" situa a esta organización no enxebrismo neorromántico e, sobretodo, demostra que os Touriño e compañia teñen unha nación de primeira, España, moderna e real, e unha nación-rexión exótica, Galiza, cuxa identidade pode conter-se nunha postal turística. A proposta do Presidente da Xunta supera con moito a dose de neocolonialismo necesário para a subsiténcia dun cipáio.
Deixen-se de gaitas, zocas e lacón con grelos. Por unha Constitución da Nación do Povo Traballador Galego.

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O Partido Comunista de Venezuela ante o saúdo das FARC-EP
28/07/2006

Reproducimos integramente o seguinte comunicado onde o Partido Comunista de Venezuela resposta ás protestas e tentativas de manipulación por parte da imprensa da reacción con respeito ao saúdo que as FARC-EP mandaron ao XII Congreso dos comunistas venezolanos e que o podedes atopar tamén en Estoutras.

"O Partido Comunista de Venezuela (PCV), cuxo XII Congreso realizou-se con todo éxito na cidade de Caracas, rexistra o feito da cobertura xornalística nacional e internacional sobre este evento e o feito de que as FARC remitisen un saúdo solidário e revolucionário ao tempo de amosar a sua simpatia co roceso de cámbios políticos, económicos e sociais que experimenta a revolución bolivariana, de cuxa avangarda forma parte o PCV.

Non duvidamos que algúns meios de comunicación, obrando de boa fe, publican o mencionado saúdo como un xesto de admiración e solidariedade continental polo desenvolvimento da acertada política de alianzas do governo encabezado polo Presidente Hugo Chávez Frias, mentres que outros o fan co ánimo perverso de difundir falsas teses sobre alianzas con movimentos cualificados de "terroristas", que encabeza o governdo dos EE.UU., que se pensa amo do mundo e con autoridade para cualificar ou descualificar a quen queira.

Que o governo e o Estado venezolanos tecen a política de alinzas internas e externas, segundo os intereses que gravitan en torno á soberania nacional e a autodeterminación, sen que até o momento exista prova algunha de nexos co movimento guerrilleiro mencionado, como inicuamente pregonan as forzas e meios contrarrevolucionários, para criar un ambiente de dúvidas e abrir camiños ás agresións imperialistas en curso contra Venezuela e o seu povo.

Que no plano mencionado, as relacións internacionais e a denúncia dos crimes que a diário comete o governo de Álvaro Uribe Vélez, através dos seus paramilitares, tanto en Colómbia como en Venezuela, seguirán sendo mantidas polo noso Partido que ve cair imisericordemente a loitadores populares, sociais, políticos, sindicais e comunistas no irmán país, ondo non existe a liberdade e a democrácia da que hoxe gozamos en Venezuela.

Que a posición anterior mantida desde sempre polo noso Partido non vai mudar namentres se manteña a situación de guerra, fame e miséria do povo irmán de Colómbia e que esta posición non compromete de nengún xeito ao governo ou ás institucións do Estado venezolano, pois son do ámbito interno do PCV, como desenvolvimento da sua liña política e do seu programa que precisamente foron ratificados neste sentido polo XII Congreso que vimos de celebrarmos e que non vai variar pésie ás infámias do império e a contrarrevolución.

Somo solidários con todos os revolucionários que no mundo loitan combinando todas as formas de loita que coiden necesárias para defenderen os sagrados direitos dos traballadores e campesiños, dos povos en xereal que aspiran xustamente a un mundo mellor, posível no socialismo.

Repudiamos todas as formas de intervención, incluindo a militar que se empregan en diversos lugares do planeta para submeter aos povos aos intereses imperialistas e é neste marco no que deve entender-se o acontecido co saúdo mencionado das FARC-EP, ás que consideramos como unha expresión lexítima dos que son vítimas do terrorismo de Estado e do intervencionismo militar gringo.

Esta atitude do PCV non é nova, pois como xa dixemos, é parte da política e do programa que sempre defendimos públicamente. Quen hoxe se alporiza ante este feito ou non coñece a história de Venezuela e menos á do PCV ou actua de mala fe."

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A voz das vítimas do franquismo

Reproducimos este comunicado da Comisión Ferrolterra-A Nosa Memória
A VOZ DAS VÍCTIMAS DO FRANQUISMO
Se es unha víctima do Franquismo ou un familiar contacta connosco, porque queremos saber a verdade, temos o dereito de coñecer a verdade, queremos oír a túa voz.
Queremos o recoñecemento, a biografía e o resarcimento das cíctimas: apenas por xustiza, porque é un acto de xustiza, queremosóír a túa testemuña.
Na súa singradur, o Barco da Memoria, fretado pola Consellería de Cultura, atracará no peirao de Carmen Curuxeiras de Ferrol.
Nós, dentro do programa de actos de conmemoración do Ano da Memoria, queremos dar voz ás víctimas e ás súas familias, no día 23 de agosto de 2006.
Deixa a túa mensaxe no teléfono 629.36.61.46 ou en ferrolterranosamemoria@hotmail.com
Acude aos actos de conmemoración desde o día 22 até o 25 de agosto.
Comisión Ferrolterra-A Nosa Memoria

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As imaxes do Líbano
25/07/2006
Fotografias da masacre que Israel está a cometer contra o povo do Líbano. Imaxes que a imprensa burguesa non ensina.

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25 de Xullo: Castelao Patriota Antifascista

O presente traballo é un capítulo do ensáio de Manuel Rei Romeu ARTE E VERDADE (a obra de Daniel Castelao) Edicións do Cumio, 1991. Trata-se da primeira monografia sobre toda a obra de Castelao, porén, o importante é que apresenta unha visión do grande patriota afastada da imaxe que o poder nos quixo, e quer, vender: un Castelao artista, moi bon debuxante, un gran humorista,... esquecendo sempre o primordial: un nacionalista galego antifascista.

Produce-nos mágoa e raiva comprobar como o ideoloxismo máis españoleiro asulaga as mentes de muitos galegos que se din de esquerdas, ou mesmo comunistas e independentistas, e non teñen reparos en denigrar a figura de Castelao, tachando-o de direitista!, conservador! e demáis verbas polo estilo.
Que lonxe da realidade, que incapacidade de ter os pes no chan e luxar as mans na terra. Que señoritos pisa verde, iguais aos que Castelao axusticiaba nos seus debuxos e nas suas palvras.

Castelao, ao que todas as organizazóns políticas antifascistas da Guerra Civil chamaban para colaborar nos seus boletíns, desde a CNT até o PCE.

Un nacionalista galego que non tivo reparos en tomar a definizón de nazón da obra do presidente da URSS, Stalin, fuxindo de construzóns sentimentais e advogando por respostas científicas.

1. O compromiso político: “intelectual”/home de acción.

No Adro do Sempre en Galiza (SeG) adiviñase perfectamente que a entrega de Castelao ao activismo político non foi un camiño fácil, mais si unha necesidade de carácter altruísta que debe sentir todo galego. A concienciación galeguizadora e a dignificación política eran as tarefas urxentes a realizar e para iso facian falta homes de coraxe e dignidade, como o próprio Castelao. Non podemos consolarnos cunha postura contemplativa, teorizadora unicamente, xa que “o verdadeiro heroismo consiste en trocar os anceios en realidades, as ideas en feitos, pois crear unha doutrina non é apenas outra cousa que facer solitarios filosóficos, como loitar con nemigos no campo da polémica, pode ser, simplesmentes, un xogo de amor propio”.
Avogar por unha política de feitos e non de “promesas eleitoreiras”, unha política honrada ao servizo das clases populares non foi labor doado na galiza dos anos trinta. Mais por conciéncia solidária e altruísta, esta política do “bandullo”, da comenéncia e do egoísmo. Son estes últimos os que se alarman ante a aparición dunha “política honrada”: “A política é unha cochinada e ti mellor estarías na túa casa facendo arte”. Sen conciéncia da realidade social non se defende a língua (“porque esta necesidade non se sinte no bandullo”), non se pode ser patriota, nen ter confianza nunha política “desisnteresada”.
A experiéncia de Castelao en Badaxoz reafírmao na convición de que Galiza só se pode salvar ela mesma “Cun gran partido político nidiamente galego”. O contraste de realidades tan diferentes é unha experiéncia aleccionadora para alviscar a “desventura dos labregos de Galiza, que non son obreiros nin patróns, que non poden avencellar os seus problemas vitaes á preocupación dos grandes partidos de crase”... A capacidade de comprensión nun caso como o extremeño onde se reproduce a contradición traballo asalariado/capital e domínio da terra, non lle deixaria outro remédios que ser socialista. A particularidade de Galiza, non obstante, conleva outra actitude ideolóxica, que Castelao expresa axiomaticamente: “Sendo galego non debo ser máis que galeguista”.
A fin de defender a necesidade do “home de acción”, Castelao resúmenos a curiosa anécdota da catedral de Badaxoz, de marcado carácter simbólico. O organista que non fai uso do órgao nen permite que outros o usen, é como o intelectual que non pon en marcha a sua capacidade para axudar ao povo ao que se debe. O termo intelectual connótase pexorativamente ao situarse no plano da elucubración e da mera teorización e erudición: “eu quixera mello homes de aición, que loitasen polo engrandecimento da nosa Terra, sen medo ao fracaso, nin á censura, nin tansiquera ás pedradas”
Castelao é, en definitiva, unha boa mostra de filósofo da praxe, de home de acción que soubo conxugar teoria e práctica, con entusiasmo e optimismo, mesmo nos intres en que o “imperialismo meseteiro” abria unha fenda no Partido Galeguista dando paso á oportunistas escisión Dereita Galeguista, motivada por “escrupos de caráiter social e relixioso”, a raíz do desastre eleitoral de 1933 e tamén por comodidades persoais ante a “fervenza reacionaria que baixou da meseta castelán” É neste momento ou nas adversas circunstáncias da Guerra Civil e do exílio cando a sua firmeza idolóxica e a sua radicalización patriótica se deixan sentir con máis forza.

2. Nacionalismo.

O concepto de nación, tal e como nos foi legado no córpus doutrinal do SeG, mantén unha completa actualidade e eficácia ideolóxica. A situación, lamentabelmente, non ten mudado sustancialmente: o descoñecimento do feito nacional é moeda corrente entre amplas capas sociais, ao que contribue a maraña terminolóxica ocultadora que manexan adalides da democrácia burguesa española, coa utilización confusionista de rexión, nación, autonomia, nacionalidade histórica, país, etc.
A actitude progresista e libre de prexuízos de Castelao queda de manifesto ao botar man da definición que dá Stalin de nación, porque “é un autor libre de ofuscacións filosóficas”, iso é, afastado de idealismo e abstracción esencialistas:
“Ten Galiza un idioma proprio? Ten território diferente? Ten unha vida económica peculiar? Ten hábitos psicolóxicos reflexados nunha cultura autóctona? Pois logo Galiza é unha nacionalidade, e, polo tanto, ningún antifeixista pode negarlle o dereito de autodetermiñación; é decir, o dereito a gobernar a sua vida. Non esquezamos que todos nós somos antiimperialistas”
Mais, ainda este talante progresita queda claro nos razoamentos conseguintes. En primeiro lugar, ao rexeitar o atributo de raza como factor constitutivo da nación: “A raza non é tansiquera un siño diferencial da nacionalidade, e non se pode fundar ningunha reivindicación nacional (...) invocando caraiterísticas de raza” Outra cousa é que por circunstáncias histórica de auxe do “nacionalsimo” racista e imperialista nos anos vinte e trinta fose oportuna a sustitución polo vocábulo galeguismo como sinónimo do anterior: “Non nos chamamos “nacionalistas” porque esta verba fíxose odiosa nos beizos de quén así se chama e non o é; pero nós seguimos sendo tan “nacionalistas” como en 1918”. Desde unha óptica materializante, claro está, “Para nós a patria non é esa ideia abstracta que defenden os imperialistas. Para nós a patria é un sentimento natural, inspirado en realidades sensibles aos cinco sentidos”.
En segundo lugar, nesta mesma perspectiva nacionalista, non mecanicista, liga o concepto de nación cun contido de clase: “Alí viven do traballo, sofrindo inxusticias, más de dous millóns de labregos e mariñeiros. Para éstes a Terra é unha nación asoballada con dereito a reclamar garnantías para o desenrolo normal da sua vida”. Pese a non ser nengun especialista en economia, a visión de síntese que nos fornece sobre a morfoloxia social do país é diáfana e radical:
“Pode decirse que Galiza é un país precapitalista, povoado por traballadores que viven dun mísero xornal, que eles mesmos sacan da terra ou do mar; sen indústrias dabondo para absorber o escedente de povoación labrega e mariñeira; cun paro forzoso e cun déficit pecuniario constante, que se resolve pacíficamente por meio da emigración. En fin, Galiza ten unha vida diferenciada dentro de Hespaña, cunha morfoloxía social i económica tan peculiares que, por plantear problemas minoritarios, queda sempre ao marxe da Lei xeral do Estado e das preocupacións xeraes que a loita de crases plantea no mundo capitalista”.
Ante a pergunta: que é unha nación?, Castelao invirte intelixentemente a resposta e indícanos que “esa entelequia que se vén chamando “nación hespañola”, non é tal nación. Ou deste outro xeito, non menos contundente: “Os nacionalistas galegos vemos que o Estado hespañol é unha organización teórica, un ente abstracto, sen pés nin cabeza”... O Estado español é un estado plurinacional, mais non se recoñece tal realidade baseada na diversidade, insistindo na teima unitarista. Mesmo se lle esixe ás nacións periféricas, Catalunya, Euzkadi e Galiza a demostración da sua vontade de existiren políticamente, condición que Castelao non considera requisito para a existéncia da nación. Pese a todo, procura en cada realidade histórica a explicación do grao de vontade política que as direréncia. As tres nacións foron asoballadeas violentamente, pero non ao mesmo tempo: Galiza primeiro, no século XV, Catalunya no XVIII e Euzkadi no XIX. Para Castelao o País Vasco era un “feito diferencial” impulsado pola memoria; Catalunya era un “feito” basado na vontade; Galiza era un “feito” creado pola intelixencia e impulsado pola imaxinación. Serian eles, os homes do Partido Galeguista, os primeiros en deixar constáncia da realidade nacional plasmada como feito histórico, compensando asi “o retraso en que collemos a nosa Terra, por culpa dos nosos devanceiros políticos, que non popularizaran as suas doutrinas nin organizaran a forza que debía difundilas”. Esta responsabilidade era a de Brañas e a de todos os rexionalistas que “fuxiron da aición” enon constituíron un partido político.
“Ademais, -razoa insistentemente Castelao- un povo que conserva as suas caracterísitcas diferenciais, como o galego, despois de séculos de violéncia asimilista, non está a demostrar dabondo a sua vontade? Máis ainda, cando nunca se medíu a vontade política do povo español para saber se España debe ou non ser independente! Por outra parte, “Creo que os digo verdade ao afirmar que unha Catalunya sen Barcelona –eso é a nosa Terra- seria un povo con menos vontade política que Galiza”.
Sobraban as razóns para plantexar, tactimente, a necesidade dun Estatuto, rudimento indispensábel para a posta en marcha do país, para a sua dignificación política e económica. Estaba orientado a ser a ferramenta que dese cobertura a un amplo conxunto de reivindicacións: organización territorial de Galiza co protagonismo da parróquia, desapareición do concello rural; transformación do sistema fiscal; supresión das deputacións; garantia de que a terra sexa para quen a traballe; criación e desenrolo de cooperativas “recollendo, no posible, os principios colectivistas da nosa tradición labrega e mariñeira”; regulamentación da edificación rural; transformación do réxime dos bens proprios e comunais para acabar co abandono en que se encontraban; concentración parcelária para evitar a excesiva fragmentación da terra; promoción de cultivos axeitados á fisionomia do agro galego..., etc.
Nun intre en que era preciso maniobrar con habilidade política, Castelao móstrase fiirme partidário da acción posíbel, sen renunciar ao fundamental, ainda que haxa que rebaixar presupostos, xa que “Galiza xa soñou e pensou dabondo”. O nacionalismo é a única posibilidade de salvación, a garantia de progreso, que se basea na riqueza forestal, gandeira e pesqueira, tal e como soña Castelao nunha emocionante síntese, de innegábeis baseamentos literários, ainda en plena Guerra Civil, colofón do Libro I. Por certo, algun esbirro defensor das transnacionais papeleiras, que intentan asentarse na comarca de Ferrol, recentemente apelaba a unha suposta defensa das celulosas por parte de Castelao, plasmada nestes textos, nun alarde de manipulación maquiavélico e deplorábel (La Voz de Galicia, 12-VIII-1990).
As condicións en que se plebiscitou o Estatuto de 1936 e os avatares que acompañaron a sua promulgacion, foron ignominiosos para Galiza, botón de mostra do talante unitarista dos axentes da República de 1931. Incomprensión que raiou no fanatismo máis totalitário algunhas veces, que reflexan as palabras lanzadas contra o noso patriota por un subsecretário de guerra da República: “¡En cuanto termine la guerra o vosotros acabáis con nosotros o nosotros con vosotros!” E aquel home falaba asi porque sabía que eu era galeguista, e desafiábame en nome do seu partido”... Pensamento que deixa traslucir a idea de que “para rexir unha Hespaña única resulta máis lóxico estabelecer unha dictadura persoal que unha democracia parlamentaria”. Non convén esquecer que para os repúblicos a auténtica besta negra eran as nacións periféricas, os Estatutos, neste caso, en definitiva os causantes da Guerra Civil. Ao mellor non está de máis lembrar tamén que, posteriormente, os que máis puxeron en entredito a Ditadura foron os nacionalistas; como polo demais, son os que poñen en entredito na actualidade a democrácia burguesa de corte europeu-occidental inspirada na alternáncia e no bipartidismo.
A conciéncia das limitacións do Estatuto obriga a rexeitar calquer inclinación ou veleidade autonomista en Castelao, que chegou a discurrir desta maneira inequívoca:
“o sistema de Estatutos autonómicos é inadecoado e até ofensivo para os cataláns, galegos e vascos. Galiza, como Cataluña i Euzcadi, é unha nación, e, por conseguinte, ten dereito a federarse con outros povos igoaes a ela; e non recoñecerlle o dereito de autodetermiñación –inclusive para vivir con absoluta independencia- será sempre un acto tiránico e antiliberal”
A idea de superación deste estado de cousas vén da man dunha necesidade de toma de conciéncia por parte dos galegos, co fin de impoñermos respeto, “porque somentes ante un separador me podo eu sentir separatista”.

3. Federalismo, internacionalismo e antiimperialismo.

Posto que só caben duas opción, ou independéncia ou federación (...) considérase inmerso na onda dunha corrente de pensamento moderno, de solidariedade internacionalista, especialmente en voga a partir da primeira Guerra Mundial: “nós cremos que a interdependencia económica dos povos obrigará a constituír enorme federación, nas que o internacionalismo e o nacionalismo atopen, ao mesmo tempo, a súa solución normal”. Isto é, Castelao fai compatíbel a interconexión patriotismo internacionalismo, nunha conxunción de tintes verdadeiramente revolucionários, lonxe das misérias morais do cosmopolitismo. El plantexa a ruína dos estados imperialistas e a abolición do sistema capitalista, como condición prévia ao asentamento do federalismo internacional. Ainda que necesários na evolución do mundo, os estado unitários e imperialistas formáronse por acumulación de vellas nacións orpimidas e sistematicamente torturadas. É esclarecedora, por antieurocéntrica, a censuar que fai dunha Europa artificosa, onde “se deron cita os máis opulentos e corruptores imperios”. A idea duns Estados Unidos Europeos en que matinaba Castelao dista, sen dúbida, un abismo do que hoxe suón a mocroestrutura da CEE, a Europa dos mercaderes. Non hai máis que observar como Galiza ten que sacrificar os seus intereses e prosperidade aos desíginios arbitrários da política española, en aras dun ben comun abstracto, claramente desventaxoso para o sector agrícola-forestal e pesqueiro.
Castelao enxerga temas de pasmosa actualidade, razoando en torno ao problema da independéncia, a miúdo arma de dobre fio, promovida en ocasión pola política imperialista e só por cuestión de oportunismo, por iso non é recomendábel: estimamos que non se trata de facer de cada pequeno povo un Estado soberán, un ser civil independente, para velo dispois convertido en satélited e calisquera gran potencia, escravo de intereses forasteiros”. Podemos pensar, a este respeito, na polítca USA con relación aos kurdos, despois da guerra do Golfo Pérsico, en relación a Eritrea, etc.
Sabedor da coincidéncia entre nacionalismo e socialismo internacional, ambos defensores da “concordia das patrias”, non reparou en sinalar como modelo idóneo para o Estado español a URSS, nunca os Estados Unidos, moi afastados dos ideais de perfección. Mais, é premonitório ao advertir que o éxito da URSS radicará, non tanto no marxismo que alí se aplica, senón fundamentalmente en como se aplica, en saber previamente harmonizar a vida entre as repúblicas que conviven na unión, en respetar a soberania, base da solidariedade dos homes.
Que alternativa contempla Castelao para o Estado español? Pois unha estruturación federal, soberania e relación en pé de igualdade de Galiza, Euzkadi, Catalunya e Castela e unión con Portugal. Simbolicamente engade ao nome de Hespaña “unha letra de máis para facelo respetable aos nosos ollos, pois do seu goberno sóio se nos ocurre decir que é mais odioso por hipócrita que por tiránico. Sacámoslle á verba “España” todo canto ten de prosapia castelán (abonda engadirlle unha H para derivala de Hispania) e con ela abranguemos á Península enteira facéndoa sinónima de Iberia”.

(...)

Sustentando o estado unitário, -arestora tamén, pero de maneira formalmente máis disimulada- como elementos represivos e desencadeantes da Guerra Civil, encóntrase o militarismo, o clericalismo e o semifeudalismo que “representa o orgullo, a soberba e a vaidade; é decir, o máis vello, máis negro e máis podre da Hespaña centralista”. Caricatura certeira e de elevado valor didáctivo pola sua forza expresiva, sinteticidade e perfecta simetria estrutural. do que se trataba na Guerra Civil –segundo Castelao- non era de extirpar o perigo “rojo”, senón o que se dera en chamar separatismo, que constituia a máis séria ameaza á “intanxible unidade da patria”. Acertadamente Castelao alvisca que a única garantia para lograr unha “España roja”, polo feito de que non se consolidaria, mentres que unha “rota”, ao consolidarse, demostraria basearse nun feito real e necesário. O que lle dá pé a traducir a frase de Calvo Sotelo nestra outra: “Só nunha España roxa subsistiría unha España roxa”. Isto é, noutras palabras, a garantia do direito á soberania nacional é a fase prévia ao socialismo.

4. Os males endémicos derivados do centralismo: caciquismo, emigracion, marxinalidade.

Derivados do Estado unitário e centralista hai, finalmente, unha série de males endémicos como son o caciquismo, a emigración, e a aldraxe sistemática aos galegos, corolário ou consecuéncia do papel marxinal que se lle asignou a Galiza. O caciquismo do home representativo da tribo, en quen o labrego procura amparo, é relativamente inofensivo, segundo Castelao; para extirpalo só fai falta lexislar conforme ás nocesidades de Galiza, xa que “a Lei é decote unha arma para castrar a cibdadanía dos labregos”. Peor é o caciquismo dos “mandóns” da política centralista, criado e fomentado a partir da Restauración como unha “necesidade vital da monarquía e do centralismo, para disimular os xeitos antigos con apariencias de democraia parlamentaria”; e “este caciquismo invertido, que ten as raíces enriba e as ponlas embaixo, é o puntal máis forte do sistema unitario, do que á súa vez, é parásito corruptor”.
As cualidades positivas que o galego ten como indivíduo, non se traducen colectivamente como povo. Asi aparecemos aos ollos do mundo como unha grea resignada e submisa, ainda que individualmente confiemos absolutamente para triunfar na medida das nosas forzas. A emigración é o resultado deste feito e “constitúe unha parte do noso problema económico-social, cicáis o máis acedo”, “¿Que pasóu para que os galegos emigren caladiñamente en vez de protestaren?”. Estando a piques de pisar chan arxentino, en xullo de 1940, Castelao reflexiona sobre a sua experiéncia vital, emblemática como emigrante, para demostrar a fatalidade e involuntariedade deste feito:
“Fai coarenta e cinco anos era un emigrante sen máis anceio que o de atopar a meu pai; agora son un refuxiado político, a quén lle negaron toda carta de cibdadanía. en ámbolos casos non intervén a miña vontade”.
Castelao, que viña de ollar a marxinalidade laboral dos traballadores galegos en Nova York, Filadelfia, Boston, Chicago, San Francisco, Detroit, Lackawana, Guantánamo, La Habana, etc., conclue:
“Vin o trunfo e a derrota de moitos galegos; pero endexamáis ollei a sua felicidade”. Por iso a conclusión a que chega non deixa lugar a ambigüidades: “mais é ben decir xa que a nosa emigración paréceme o erro máis terrible que cometeu Galiza, si é que se trata dun movimento conscente e non dun impulso voluntario e fatal. E ogallá que dispois non sexa dado disculpar aos proprios emigrados, que, apesares do seu fracaso turran por outros emigrantes, falando de prosperidades que nunca cataron”.
A marxinación de Galiza vai asociada ao desprécio que historicamente se sente cara aos galegos e cara ao noso país. A literatura española dos séculos XVII e XVIII é prolífica en aldraxes contra os homes e mulleres galegos, contra a nosa paisaxe, e contra as nosas formas de vida: “Para eles Galiza era un país de salvaxes colonizados, e ningún escritor castelán foi capaz de saír á nosa defensa, cando incluso se defendia aos indios que non se deixaban asimilar”.
En tempos máis recentes, no devir da Guerra Civil foi alcumada de incivilizada por carecermos de tecido industrial, insultos difundidos polos republicanos, que non comprendian nen calibraban a sua responsabilidade na caída de Galiza no bando fascista, esquecendo oa mártires e a valentia dos nosos milicianos. Até tal ponto que nas crónicas de guerra de “El Socialista”, referentes a Astúrias, onde combatian os nosos milicianos, chegou a escreberse: “Los enemigos, como buenos galaicos, en cuanto oyen un tiro de dejan caer monte abajo”. Sen esquecer o alcume de mariscos aos soldados galegos, a tacañeria conxénita, a incapacidade para autogobernarnos, etc.
Isto leva a Castelao a solicitar dos galegos un maior grao de conciéncia sobre o papel que representan en España e no mundo. Esta conciéncia vén da man da necesidade de impormos respeto, chegando mesmo a tronzar os vínculos co resto do Estado.
Na conciéncia de moitos galegos hai un patriotismo sedimentado, encuberto, que se traduce nun apego sentimental á terra, confuso en canto ao obxecto venerado, como sucede co tamborileiro de Cerponzós, que reducia España á imaxe de Galiza. Este patriotismo é preciso avivecelo e facelo consciente, tarefa nada doada despois de catro séculos de colonización e alienación: “Cando foi a Madrid o coro galego de Feixóo levaba consigo un tamborileiro de Cerponzóns, un vello que nunca saíra de Galiza. Cando xa levaban quince días en Madrid, o tamborileiro, apouvigado pola morriña díxolle a Feixóo: “¡Eu quero irme a Hespaña!”.
Con grande confianza nas posibilidades do povo galego, con grande patriotismo mantiña Castelao a sua entrega a fins de 1935, entrega e patriotismo acrecentados coa experiéncia do exílio: “¿Por qué no desterro a verba “patria” é, para nós, máis emotiva que a verba “nación”? ¿Será que a patria emerxe do puro sentimento e a nación non pasa de ser unha realidade obxectiva? (...) A nación é o obxecto amado; a patria é o amor que a nación nos infunde. De tal modo, que sin a conciencia nacional non se comprende o sentimento patriótico”. A este labor exemplar de infundirlle conciéncia nacional ao povo galego dedicou Castelao a sua arte e a sua vida.

5. A língua, a capacidade de existirmos.

Na veira do Miño: -E os da banda d’alá son máis estranxeiros que os de Madrí?
(Non se soubo o que lle respondeu o vello)De entre todos os atributos que concorren na conformación da nación, para Castelao o protagonismo desempéñao o idioma. De tal modo que a existéncia como povo e a capacidade de resisténcia ante a colonización, poden medirse pola extensión e vitalidade do idioma, moi considerábeis no caso do galego, “despois de máis de catro séculos de política asimilista” o que lle permite concluír que “se aínda somos diferentes e capaces de existir, non é máis que por obra e gracia do idioma”, no Prólogo a Antre dos séculos de Álvarez Limeses. Queda aquí estabelecido o vínculo indisolúbel entre língua e política, língua e sociedade: “de tódolos vencellos sociais dunha nación, a fala é o primordial i esencial, porque aglutina e caraiteriza ós elementos do grupo e mantén a potencialidade do feito nacional. O apagamento dunha língoa corresponde á dexeneración do povo que a fala e á rendición da súa nacionalidade”... Polo que a defensa da língua própria é una acto de democrácia e unha proba de consciéncia galeguista, aos que non se debe renunciar. En situacións de conflito lingüístico como a que nós vivemos, a renúncia a língua do país conleva a prostración dos indivíduos: “As verbas casteláns, en boca de galegos, son cáseque sempre verbas envilecidas, incapaces de resoaren na concencia dos auténticos galegos; pero tamén hai concencias envilecidas por complexos de inferioridade, sóio capaces de ademiración ante poses decorativas e lingoaxes de teatro”.
Neste proceso glotofásico e diglósico, é fundamentalmente a burguesia a que se pon ao servizo do Estado imperialista, producíndose un divórcio coas clases populares que seguen a falar espontaneamente a língua própria ou se deixan arrastrar mimeticamente pola língua invasora considerada superior, dexenerando en complexos de inferioridade e autoódio. A través das institucións máis representativas da sociedade, ensino, igrexa, administración de xustiza, veiculizouse a españolización e marxinouse o galego. Cábelle unha especial responsabilidade á Igrexa, denunciada como “imperio relixioso”, “ganzúa con que Castela entrou a furto en Galiza, sometendo a nosa eirexa á súa tutela e impóndonos dende o altar a língoa, a cultura, a intransixencia e o fanatismo dos casteláns”.
A reivindicación política, desde unha óptica galeguista, vai ligada á defensa da língua e á construción dunha literatura nacional, responsabilidade da que, por forza, quedaron exentas as clases populares: “As vítimas do bilingoísmo –os que calaron i enmudeceron para producir un silenzo literario de tres séculos- foron as camadas inteleituaes, que non estimaban as verbas vivas do seu falar e ademiraban as verbas mortas do seu escrebir”.
O conservarmos viva a nosa língua débese ás clases populares, como tamén a nosa identidade, xa que “si ainda somos galegos é por obra e gracia do idioma”. A sorte de Galiza vai unida á sorte que corra o galego: “Ben saben os centralistas que a domiñación de Galiza endexamáis será efeitiva antramentras fale un idioma diferente do castelán”.
Para Castelao é unha evidéncia a relación de igualdade entre todos os idiomas que existen, a maiores da consideración que lles dea polas circunstáncias concretas que vive o país que fala unha língua determinada. A artimaña da política imperialista, consistíu a miúdo, en considerar o galego dialecto do español para asi mellor deglutilo e fagocitalo. Non sendo lingüísta especializado, argumenta con verdadeira perspicácia, actualidade e coñecimento de causa: “cientificamente, desde unha perspectiva diacrónica, a través do tempo, non hai problemas en considerar, por exemplo, todas as línguas románicas dialectos do latín, do que proveñen e depende; agora ben, sincronicamente, nun plano horizontal, son todas iguais, estabelecen unha relación de contraternidade”.
-Decías que eras probe e tiñas unha vaca, eh?Con relación á política liberal dos republicanos, que desexaban o confinamento ao ghetto ou, todo o máis o trato de amparo á espécie en extinción, Castelao é contundente: “Era preciso que as língoas e culturas rexionaes (somentes é nacional a língua de Castela) viviran en campos de concentración ou sometidas ao xeneroso trato que a política liberal de Norte-América concede aos seus indios”...
Non deixa de ser preciso e contundente cos que cuestionan a utilidade e validez universais do galego, porque non serve para emigrar: a ventaxa, ademais de non estar na emigración, non está na “superioridade” do idioma que se fala, senón noo que se sabe, no que se di e no que se fai.
Con sarcasmo caricaturiza e desenmarscara aos intelectuais españois da segunda República, que estigmatizaban o galego como “língoa rústica”, que “morreu de morte natural”, sen que ninguén ditase a sua defunción, nun alarde democratista e liberal de puro cinismo. Movéndose no terro dos feitos, das realidades e non da teoria ou das suposicións, non é difícil aproximarse á verdade:
“Nós imos supor que non se dictou ningunha ordenanza real prohibindo a língoa galega nos documentos públicos; pero é indiscutible que soio eran válidos os documentdos redactados en idioma castelán, na língoa oficial de Hespaña. Nós impos supor que endexamáis se dixese “fica prohibido usar o galego”; pero é indiscutible que sóio se ensinou o castelán nas escolas e que os galegos non podían escrebir e leer o idioma que falaban. ¿Houbo ou non unha política asimilista?”.
Moitos prexuízos que se verquen e se acumulan sobre os idiomas, non están fundados nas características destes, senón que estan motivados polos preconceitos ideolóxicos dos indivíduos carne de canón de asimilación. Tal é o tópico do idioma universal, asentado no mito da torre de Babel, mera xustificación dos que queren a morte do galego e ante todo defenden o español, iso si facendo gala de cosmopolitismo:
“Mais eu dígolles que a variedade de idiomas, coa súa variedade de culturas, é o siño distintivo da nosa especie, o que nos fai superiores aos animaes. Velahí vai a demostración: Un can de Turquia oubea igoal que un can de Dinamarca; un cabalo das Pampas arxentinas rincha igoal que un cabalo de Bretaña. ¿E sabedes por qué? Porque os probes animais ainda están no idioma universal”...
Sabido é que Castelao non via mal o estabelecimento dunha língua internacional, -ainda que consciente do utópico que era pola situación de “inmoralidade” que presidia a política internacional e pola pugna entre os estados máis imperialistas- pero aprendida como asignatura.
Consciente tamén de que galego e portugués son a mesma língua, como xa sinalaba o padre Feijóo, recolle o mellor de toda tradición reintegracionista e móstrase partidário dunha postura de achegametno e reintegracion, na perspectiva da alternativa confederal que defendia para o Estado español, onde entraria Portugal, e tamén das ventaxas internacionais que aportaria polo menos cuantitativamente.
A pesar de intuiír a inviabilidade e o fraude dunha alternativa bilingüísta, Castelao non teria reparos en aceptar, tacticamente iso si, un decreto de cooficialidade escolar como o que xa se lle concedera a Catalunya, co fin de sentar as bases para solucionar o problema pedagóxico, decreto que foi torpedeado sistematicamente polo Ministro de Instrucción Pública.

De intransixente calificou Castelao o artigo cuarto da Constitución, en canto discriminaba claramente as línguas periféricas (convén notar que non existe, na filosofia de fondo, diferéncia sustancial con relación ao artigo terceiro da Constitución actual). Ao mesmo tampo que denunciaba a non existéncia dunha Cátedra de Língua e Literatura galaico-portuguesa na Universidade galega, cando se acababa de crear en Madrid, paradoxicamente.


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O trotskismo ao servizo da CIA

Nós acreditamos na conhecida frase do camarada Lenin: “Sen teoria revolucionária non pode haver prática revolucionária”. Por esta razón non aforraremos nengunha ocasión para destapar todas aquelas teorias que, sob o disfarce da fraseoloxia revolucionária, agochan no seu cerne o verme paralisador do pensamento e actuazón comunista. Durante anos o sistema vendeu-nos o chamado Trotskismo como o aútentico pensamento revolucionário, e a Trotsky como o auténtico substituto de Lenin como líder do movimento bolchevique… Nada máis lonxe da realidade.
Reproducimos un excelente trabalho do camarada Ludo Martens, actual Secretário Xeral do Partido dos Trabalhadores de Bélxica. Martens é unha das máis sobranceiras figuras mundiais do movimento marxista-leninista, ademáis dun gran conhecedor da problemática africana, onde vai asiduamente como conferenciante. Este artigo é do ano 1992 polo que algunhas persoas que o autor cita e que nese movento vivian xa hai tempo que finaron. Concretamente referimo-nos a Ernest Mandel, falecido tres anos após a aparizón deste trabalho.



O TROTSKISMO AO SERVIZO DA CIA
CONTRA OS PAÍSES SOCIALISTAS


LUDO MARTENS
20-X-1992


Despois do trunfo da contra-revoluzón burguesa no Leste Europeu e na Unión Soviética, fica clara entre os comunistas cal é a verdadeira motivazón do trotskismo.
O desenvolvimento do proceso contra-revolucionário no Leste Europeu e na Unión Soviética revela-nos con claridade o sentido de clase que estampan os trotskistas á sua posizón ideolóxica, permitindo-nos verificar na prática a ambigüidade do discurso que venhen sustentando ao longo de máis de seis décadas. Non é complicado, hoxendia, perceber através da sua fala “esquerdista” o verdadeiro obxectivo desta corrente. Abonda-nos con ler as declarazóns que tenhem feito nos últimos dous ou tres anos, para ver que a sua estratéxia central é o anticomunismo absoluto; unha corrente que recruta os elementos progresistas da pequena burguesia, para adoutriná-os no anticomunismo. Podemos dicer que esta tendéncia só levou adiante con persisténcia, continuidade e conviczón o combate contra o marxismo-leninismo e o movimento comunista internacional.
É o noso propósito provar a veracidade destas afirmazóns, e o faremos meiante o estudo e análise das proposizóns feitas polos trotskistas no momento no que xurden as contra-revoluzóns, denominadas intervenzóns “de veludo”, que levaron á restaurazón do capitalismo no Leste Europeu e na Unión Soviética.

“A restaurazón do capitalismo é imposível!”
Nos anos trinta Stalin trazou un cuestionamento esencial: Nun país no que o Socialismo estabeleceu a ditadura da clase trabalhadora, é posível o restabelecimento do capitalismo? Trotski respostou: o restabelecimento do capitalismo é imposível sen un levantamento armado da burguesia e sen unha guerra civil prolongada. A sua idea da “restaurazón imposível” serviu para eliminar toda vixiláncia política e ideolóxica favorecendo unha posizón conciliadora e estimulante, tanto no interior do Partido, como cara ao inimigo de clase na sociedade.
Desde a Revoluzón Cultural, os Marxistas-Leninistas reafirmaran que un Partido Comunista pode dexenerar-se ao ser invadido por concepzóns e teorias burguesas e pequeño-burguesas. O revisionismo é a adopzón das ideas da burguesia e da pequena-burguesia disfarzadas con terminoloxia marxista-leninista. Cando o revisionismo definitivamente acada monopolizar un partido comunista, este torna-se no instrumento principal para o restabelecimento burgués progresivo, tanto no plano ideolóxico-político como económico.
Ernest Mandel, o líder principal da chamada IV Internacional, vangloria-se afirmando que esta teoria “estalinista” só serve para xustificar a arbitrariedade, facendo eco a unha das teses de Trotski.

“Só verdadeiros parvos…”
En 1943, Stalin demostrou que a corrente do grupo oportunista Zinoviev-Kamenev conduciria necesariamente ao restabelecimento do capitalismo na Unión Soviética. A história demostrou que as críticas de Stalin a Trotski, ao grupo Zinoviev-Kamenev, e posteriormente aos seguidores de Bukarin, foran mui acertadas. O rexeitamento desas posizóns, no curso dos anos vinte e trinta, permitiu manter a ditadura do proletariado e construir o poder político e militar necesário para defender o socialismo da agresión fascista. Muitas ideas de Trotsky, Zinoviev e Bukarin foron retomadas meio século despois polos revisionistas Kruchov e Brezhnev, e tan só dous anos despois da recuperazón oficial destas ideas oportunistas por Gorbachov, o restabelecimento do capitalismo era un feito real.
Cómpre lembrar que en 1943, Trotsky argumentou contra Stalin: “Só verdadeiros parvos son quen de acreditar que proposizóns capitalistas, tais como a propriedade privada dos meios de produzón, ou da terra, podan restabelecer-se dun xeito pacífico na URSS, e que desemboquen nun rexime democrático-burgués. De feito, o capitalismo só pode restabelecer-se na Rúsia através dun violento golpe de Estado contra-revolucionário, que esixiria dez veces máis vítimas que a Revoluzón de Outubro e a guerra civil.” Dez veces máis, iso quer dicer que o restabelecimento do capitalismo na Rúsia significaria un número de vítimas oscilando entre os 50 e 90 milhóns…

1989: “A restaurazón imposível a meio prazo”
Xa en 1898, momento no que as forzas contra-revolucionárias exercian a sua aberta ofensiva, Mandel persiste afirmando que o fantasma da restaurazón capitalista non é outra cousa que unha mentira estalinista, para xustificar a “represión”. En 1989, xa se pasaran ao campo imperialista Polónia e Hungria, porén Mandel escrevia: “A pequena e meia burguesia forman tan só unha minoria na sociedade destes estados operários-burocráticos e gozan exclusivamente dunha axuda limitada do grande capital internacional. Mais somando todo isto, a confluéncia de intereses non é suficiente para que a curto ou a meio prazo se poda impor o capitalismo.”
Xa hai muito tempo que os marxitas-leninistas descreveran as catro forzas sociais que forman a base para o restabelecimento: Primeiro, a casta de burócratas e elementos corruptos no seo do Partido e do aparelho do Estado. Segundo, son as forzas políticas e ideolóxicas das velhas clases reacionárias. Terceiro, saon os novos elementos burgueses e explotadores que tenhen desenvolvido dentro da sociedade socialista. Cuarto e último, son as forzas imperialistas que, de xeito aberto ou clandestino, funcionan nos países socialistas. Mandel desconhece a existéncia das duas primeiras formas e minimiza as outras, ainda que desde Reagan se tenha duplicado a infiltrazón e intervenzón capitalista.
Mandel utiliza os mesmo argumentos para apoiar a contra-revoluzón na URSS: “Para onde vai a Unión Soviética de Gorbachov? Excluamos, por ser imposível, a posibilidade do restabelecimento do capitalismo na URSS, xa que da mesma maneira que é imposível eliminar o capitalismo, tampouco este se pode restaurar progresivamente.”
Os trotskistas guindaron aos catro ventos a sua teoria da imposibilidade da restaurazón encanto existise a máis mínima resisténcia por parte do Partido Comunista e do Estado. Desde os anos trinta, esta teoria xustificará a desproporcionada axuda a todas as correntes oportunistas e contra-revolucionárias. Nos anos trinta e cuarenta tamén apoiaron todas as correntes oportunistas na sua luita contra a direzón marxista-leninista do Partido. En 1956, aplaudiron o “coraxoso-antiestalinismo” de Khruschov, convertendo-se en propagandistas de Soljenitsin, o reacionário seguidor do Tzar; apoiaron todas as forzas reacionárias chovinistas e fascistas, como tamén aos disidentes pro-ocidentais. Propagaron sen ambaxes todas as teorias anticomunistas que estavan de moda nos círculos Gorbachovianos, e chegaron a destinar dous terzos do seu próprio xornal a artigos da direita, tomados do Novas de Moscova e do Espoutnik. Resumindo, no nome da teoria da restaurazón imposível, os trotskistas apoiaron a todos os contra-revolucionários até o dia en que non permaneceu nada das ideas e instituzóns socialistas, criadas e defendidas por Lenin e Stalin.
Unha vez finada a batalha, Mandel mencionou nunha entrevista posterior aos xornais do Leste, pasando cinicamente da teoria de imposibilidade á “restaurazón”: Excluo a posibilidade dunha restaurazón gradual, pacífica e imperceptível do capitalismo. Isto é unha ilusión reformista, antes deverán rachar a resisténcia operária…” Máis adiante, continua a sua declarazón aludindo á trotskista Catherine Samary, quen di que a restaurazón é posível, mais se fará “exclusivamente sobre o modelo turco…” . A lembranza dunha eventual restaurazón non influe en absoluto na política trotskista, que garda invariavelmente o seu obxectivo principal: a destruizón de todo o que se asemelhe ao comunismo. Deste xeito, tres meses máis tarde, a fins de decembro de 1989, cando se produce o asalto final da contra-revoluzón, os trotskistas lanzan a seguinte consigna na primeira páxina: “Solidariedade con a revoluzón que comeza no Leste…”

Dun lado “a burocrácia” do outro “as masas”…
As teses da restaurazón imposível serviu-lhes de camuflaxe durante sesenta anos para desertar decentemente e pasar ao lado dos anticomunistas.
Stalin, e despois Mao Tse Tung, enfatizaran que a luita de clases continua dentro do socialismo; que a luita entre o caminho socialista e o caminho capitalista permanece durante un grande período histórico, e por suposto unha restaurazón capitalista sempre é posível. Que para manter e fortalecer o socialismo é necesário un Partido Comunista marxista-leninista auténtico, unha estrutura que en momentos necesários purifique as suas fileiras de correntes oportunistas. O socialismo debe defender-se contra os seus inimigos, contra os restos das velhas clases reacionárias, contra os novos elementos burgueses que ranacen durante o novo rexime, e contra os axentes do imperialismo.
Mandel e os trotskistas desenvolveron unha “teoria” orixinal para combater estes conceitos: a luita de clases existe na realidade dentro do socialismo… Mas esta luita enfrenta á “burocrácia” coas “masas populares”. Denunciando violentamente a “burocrácia” como xa o fixeran antes os fascistas, os líderes trotskistas apóian toda forma de oposizón reacionária contra o socialismo, afirmando que este é o sentido de reivindicazón e da vontade das “masas populares”. Convertendo-se en advogados de todas as forzas burguesas e anticomunistas, os trotkistas situan dun lado a “burocrácia” que oprime as liberdades democráticas, e ao outro lado as forzas da “revoluzón política” que luitan polo “socialismo auténtico”. Así escreve Mandel en outubro de 1989: “O sentido principal de todas as luitas políticas atuais non xira ao redor da restaurazón do capitalismo, senón que se trata de avanzar en direzón a revoluzón-política-antiburocrática, quer dicer, salvar o total das liberdades democráticas que as masas conquistaran durante a Glasnost. A luita principal non se situa entre as forzas pró-capitalistas e as forzas anticapitalistas, senón que é a oposizón da burocrácia contra o povo.”
Partindo deste ponto de vista, que situa “a burocrácia contra as masas”, Mandel apóia aberta e explicitamente as forzas liberais, social-demócratas, monarquistas e fascistas, na sua luita contra os restos do socialismo.

“A Glasnost é trotskismo…”
No momento no que a burguesia internacional reconhecia que a restaurazón do capitalismo xa era un feito, Mandel recebia os elóxios da imprensa anticomunista da URSS. O seu descaramento chega a tal extremo que o leva declarar que Gorbachov era un grande revolucionário, retomador das teorias trotskistas. Di Mandel: agora todos os comunistas poden ver quen son os verdadeiros revolucionários e contra-revolucionários. Trotsky, os trotskistas, Gorbachov e os seguidores de Gorbachov atopan-se no campo da revoluzón, Stalin e os estalinistas están no campo da contra-revoluzón. Mandel declara en Manágua que Stalin representa unha “contra-revoluzón violenta” . Felizmente, grazas ao esforzo de Mandel e Gorbachov, avanzamos en 1990 até a verdadeira revoluzón.
Eis aquí a declarazón de Mandel a Temps Nouveaux: “Tempos Nouveaux: Declara Gorbachov que a perestroika é a nova revoluzón auténtica. Mandel: Si, efectivamente di iso, e isto é na realidade mui positivo. O noso movimento ven defendendo desde hai 55 anos esta tese, pola cal se denominou contra-revolucionária. Hoxendia comprende-se ben, na URSS e no seo da maioria dos movimentos comunistas internacionais, onde se encontraban na realidade os verdadeiros contra-revolucionários.”
Non fixo falta agardar dous anos para ver cair a Unión Soviética en mans da máfia pro-norteamericana e tzarista, para ver florecer as forzas fascistas e tzaristas na Rúsia e nas outras repúblicas, e para ver diferentes guerras civís reacionárias entres as diferentes faczóns burguesas da povoazón. Isto revela a verdadeira face dos “revolucionários” da Glasnost e da Perestroika; isto demostra tamén para que forzas políticas Mandel trabalha, este profisional do anticomunismo.
Catherine Samary, outra estrela da IV Internacional, confirmou á imprensa soviética que Gorbachov aplicou o programa desenvolvido por Trotsky. Ela elóxia a Glasnost: “No voso país non se ten publicado nada acerca da plataforma de esquerda que luitou contra Stalin e que propuxo un caminho alternativo para a construzón do socialismo. Poren, están vostés en via de adoptar esas ideas: construir unha democrácia socialista auténtica e autoxestionada.”




O apóio de Mandel a Yeltsin
Mandel, ardente partidário da Glasnost de Gorbachov, considera como obriga própria o apóio ás forzas máis á “esquerda” de Gorgachov, convertendo-se así no voceiro de Yeltsin e Sakharov!
No início de 1989 Mandel apresenta a Yeltsin como o representante dos trabalhadores, o home da democratizazón, que representa as ideas da clase política consciente da URSS! Mandel escreve no seu livro sobre Gorbachov: “A destituzón de Yeltsin (o 11 de novembro de 1987) como dirixente do PCUS é un retroceso grave no proceso de democratizazón da URSS.” “Yeltsin é hoxe a personalidade política máis popular entre os trabalhadores soviéticos. Fixeron-se, de xeito espontáneo, milheiros de etiquetas coa lenda “Que regrese Yeltsin”. Todo isto indica a vontade dunha clase política consciente, disposta a conservar e ampliar as liberdades democráticas parciais obtidas durante o período 1986-1988.” .
O 3 de abril de 1989 Mandel dá a benvida “ao nacimento dunha esquerda máis radical e masiva con tres linhas diretivas e progresistas que sobresaen na plataforma de Yeltsin e Sakharov: contra os priviléxios da burocrácia, por máis igualdade e por un sistema multipartidário.”
Sakharov, o representante da “esquerda radical”, desfrutaba desde muito tempo atrás da reputazón de axente oficial da CIA na Unión Soviética. El apoiou con entusiasmo a agresión norte-americana contra Vietnam. Era parte da idea de que os norte-americanos terian vencido a guerra “se tivesen atuado con máis decisión no campo militar e sobretodo no campo político.”
A imprensa internacional ten comentado a admirazón de Yeltsin polo capitalismo norte-americano e reconheceu os contatos de Yeltsin coa CIA, duranta a sua primeira viaxe aos EE.UU. Inclusive un xornal belga de direitas como De Gazet van Antwerpen, reconhecia que Yeltsin esaxeraba ao declarar: “O capitalismo non está en declive, ao contrário, florece. Con pouco dinheiro pode-se mercar todo. Nas ruas non hai nengún perigo durante a noite. Até os desamparados posuen unha visión positiva da vida.” Despois destes propósitos abertamente anti-socialistas Mandel seguia considerando a Yeltsin como “ a esquerda radical democrática” do partido comunista da URSS!
A comezos de 1990 continuaba a imprensa trotskista demostrando o seu apoio á “democráica radical”, e á oposizón na Unión Soviética: “O Moskowkaya Pravda do 23 de fevereiro de 1990 publicou ‘a plataforma democrática’ da oposizón radical democrática dirixida por Yeltsin. A plataforma esixe: o exercício do poder polos soviéticos, eleitos por meio dun sistema multipartidário, a abolizón do “rol” dirixente do PC e a aprovazón dunha lei que legalice o sistema multipartidário.”
Está claro que os trotskistas permanecen apoiando eses pontos de vista de Yeltsin, ao coincidir coa sua linha “revolucionária”. Mandel chega a un extremo tal que declara a Yeltsin como o novo Trotsky: “Neste momento Yeltsin representa a tendéncia que está pola enorme reduzón do aparelho burocrático. El caminha encol das pegadas de Trotsky.”
Namentres, en 1991, Yannaviev tentou improvisar un golpe de Estado, Yeltsin, pola sua parte, preparou un auténtico golpe de Estado que destruia toda a legalidade do sistema existente: foi apoiado por unha mobilizazón internacional desenfrenada de todas as forzas imperialistas. Mandel e os trotskistas estaban por suposto ao lado de Yeltsin. “A mobilizazón, a nova vida propagada por Yeltsin e o rexeitamento ao sistema anterior amosan o fracaso do que máis parece unha mudanza de rota que un golpe de Estado. Hai que opor-se aos líderes, e estar do lado de Yeltsin para que se desenvolva a auto-organizazón, o pluralismo político e a liberdade de opinión, que son as únicas garantias das mudanzas que se aproximan. Somos partidários da nacionalizazón das propriedades do Partido Comunista e dos sindicatos oficiais.”
Para todos os anti-capitalistas honestos estaba claro que Yeltsin representaba as fraczóns ultraliberais e pró-norte-americanas da nova burguesia rusa, que conservaba com muita honra a herdanza tzarista. Ainda así, os trotskistas aplaudiron o golpe de Estado contra-revolucionário de Yeltsin, porque este abria caminho á “auto-organizazón”, quer dicer, a auto-organizazón das masas contra o Partido Comunista, xa que o pluralismo introducia a liberdade para os partidos liberais, socia-demócratas, fascistas e tzaristas. A liberdade para todos os partidos burgueses, acompanhada da inevitável represión contra as organizazóns comunistas, inclusive chegando á sua proibizón, o que é próprio de todo sistema burgués-pluralista. Un ano máis tarde ninguén podia negar, inclusive a grande burguesia internacional, o caráter de extrema direita e pró-imperialista de Yeltsin.
Como verdadeiros provocadores anticomunistas, os trotskistas atreveron-se a intitular: “Segue Boris Yeltsin as pegadas de Josef Stalin?”. Este exemplo amostra-nos que estes anticomunistas non ceden ante nengunha baixeza. Eles apoiaron até o final ao liberal Yeltsin na sua luita anticomunista e o compararon co seu respeitado chefe revolucionário, o grande Trotsky; e despois dalgúns meses, cando a restaurazón capitalista foi un feito, logo que Yeltsin honrara a memória dos antigos tzares, os trotskistas declararom que Yeltsin se parecia ao seu peor inimigo: Stalin.

“Un grande suspiro de alívio…”
En abril de 1989, Mandel publicou un livro no que refletia todo o que pensaba sobre Gorbachov, Yeltsin e sobretodo da Glasnost. Non esquezamos que dificilmente a burguesia escondia o seu entusiasmo polas mudanzas que Gorbachov introducia. A senhora Thatcher declarou-se partidária da Glasnost e da Perestroika; a burguesia anunciaba a fin do comunismo e o início dunha era de paz, de democrácia e liberdade. Coa sua disimulada “linguaxe de esquerda” Mandel apoiou como sempre a corrente de moda na burguesia. No seu livro escreve: “O pesadelo do estalinismo e do brezhnevismo está definitivamente superado. O povo soviético, e o proletariado internacional, e toda a humanidade pode dar un suspiro de alívio.” Porén, neste tempo nós temos remarcado que a contra-revoluzón no Leste Europeu e na URSS foi un trunfo estratéxico do imperialismo; isto significaba unha catástrofe para o povo dos países ex-socialistas; acentuaria a represión no terceiro mundo, onde o povo seria a primeira vítima das mudanzas. Naqueles tempos dician os trotskistas: “A tolémia da direzón do PTB acentua-se.” No mesmo xornal trotskista, declaraban “o grande suspiro de alívio para a humanidade”, prometendo un futuro sen intervenzóns militares imperialistas para os povos do terceiro mundo! “Os movimentos de masas no Leste Europeu significan tamén unha ameaza… para o imperialismo. Unha intervenzón internacional do imperialismo no terceiro mundo fai-se muito máis difícil.” E cando un ano despois a coalizón imperialista dirixiu a sua agresión bárbara contra o Iraque, os trotskistas declararon que eles luitaban contra Saddam Hussein e contra os aliados. Entretanto o “suspiro de alívio” no Leste Europeu e na Unión Soviética, converteu-se nun berro de horror ante o desemprego, miséria, pobreza, chovinismo reacionário e guerra civil.
Sonhando co “suspiro de alívio” do povo soviético, Mandel tenta dar un broche de ouro ao seu livro. Resumimos a última páxina: “A evoluzón actual confirma que as previsións de Trotsky, de case meio século, parecen máis realistas e prováveis: “se o proletariado se fortalece, fica o aparelho estalinista flutuando no vento. Se ainda así oferece resisténcia tomaran-se medidas, non de tipo guerra civil, máis ben medidas policiais. Aquí non se trata en nengún momento dun levantamento contra a ditadura do proletariado, mais si de retirar a deficiéncia.” Continua: “A revoluzón que a burocrácia prepara contra ela, non será unha revolucion social, como a de outubro de 1917, pois non se trata de mudar a base económica da sociedade, nen de substituir unha forma de propriedade por outra. Así será.”
É louvável que Mandel se asócie ao velho Trotsky nas suas análises da Glasnost (que apenas un ano despois servirá para desmarcará-lo como irremediável anticomunista). Despois de 300 páxinas de análises, Mandel conclue que a previsión de Trotsky pode realizar-se grazas á Glasnost. Hai meio século que Trotsky se esforzaba para provocar un levantamento anti-bolchevique. Como a ditadura do proletariado era consistente, e o Partido bolchevique mobilizaba con dinamismo ás masas de campesinhos e operários, Trotsky adoptou a sedutora demagóxia “esquerdista”: se se derroca o Partido “estalinista”, a ditadura do proletariado seguirá vixente, e só se remataria coa “fraude burocrática”. O levantamento desparasitaria o corpo san. Non haverá máis clases reacionárias ou de represália no corpo da sociedade soviética e non haverán novas forzas burguesas. O corpo socialista erguera-se contra o “parásito estalinista”. Trotsky tinha que asegurar aos operários que o seu levantamento non mudaria as bases económicas do socialismo; que en nengún momento se pensaria en introducir de novo a propriedade privada. Por suposto! Cincuenta anos despois daria Mandel as mesmas seguridades utilizando estas senténcias como conclusión no seu livro: a Glasnot e o proceso de “democratizazón” na sociedade soviética, levados até a fin, conservarán e reforzarán a ditadura do proletariado, e non mudarán nada no que respeita ás bases económicas da sociedade. Dous anos despois pudemos asistir ao derrocamento criminal e contra-revolucionário, que foi xustificado por estas ardentes palavras.

A “revoluzón política anti-burocrática” dos trotskistas
Desde hai sesenta anos os trotskistas insisten en querer erradicar a burocrácia nos países socialistas por meio dunha “revoluzón política”. O ódio de Trotsky ao sistema socialista fai-se notório na sua caracterizazón da direzón bolchevique da Unión Soviética: a “casta de novos ricos rapaces”, a “oligarquia total”, a “nova aristocrácia”, a “gavela criminal de Stalin” , a “casta dos novos opresores e parásitos”, a “burocrácia total”, o “grupinho autocrático”. Iste é o mesmo discurso que podemos atopar na literatura fascista de finais dos anos trinta.
Segundo Trotsky a mobilizazón de todas as forzas de oposizón contra a “burocrácia” conducirá a unha revoluzón polítca que liberará á sociedade socialista auténtica dos parásitos burócratas. Esta teoria constitue, segundo o grupo de Mandel, o núcleo da doutrina trotskista: “A teorizazón da dexenerazón burocrática da URSS e da revoluzón política, é o aporte programático máis importante do movimento trotskista. A revoluzón política e as tarefas que conlevan a sua preparazón dan a razón da existéncia da IV Internacional.”

Provocazóns ao servizo dos nazis
O significado real da teoria da “revoluzón política” ficou claro no curso das luitas nos anos trinta. Toda a burguesia de Ocidente amostrou a sua apreciazón positiva por Trotsky, polas suas “análises profunda da revoluzón traizonada”. Na realidade, Trotsky falaco como un posuido anticomunista e a sua fraseoloxia ocntra o Partido bolchevique e contra Stalin foron e son ainda aplaudidas polos ideólogos do imperialismo.
Limitamo-nos aquí a dar un exemplo. En 1982 Henri Bernard, profesor emérito da Académia Real Militar de Bélxica, editou un livro para chamar a atenzón verbo do perigo soviético. El dicia: 1934 asemelha-se a 1982, os nazis de onte parecen os comunistas de hoxe, o antifascista Einstein atopou o seu seguidor no anticomunista Soljenitsin.
Para amosar-nos a ameaza que rodea o Ocidente en 1982, Bernard xulgaba útil facer unha xornada histórica pola URSS apartir de 1927. Eis algunhas frases recolhidas durante ese longo traxecto: “Lenin, como Trotsky, era un ser humano. A sua vida sentimental non era desanimada por nengunha finesa. Trotsky devia naturalmente suceder a Lenin. Mália as diverxéncias de opinión, Lenin seguiu conservando grande afecto por Trotsky, e pensaba nel como o seu sucesor. El achaba que Stalin era mui violento. No plano interno, Trotsky repelia a burocrácia atemorizante que paralisaba o aparelho comunista. Trotsky defendia que un rexime só se poderia desenvolver cunha grande liberdade de opinión, e cun espírito construtivo crítico. Artista, home de letras, inconformista e frecuentemente profeta, non se pudo reconciliar cos dogmas primários do Partido.”
Deste xeito fala un dos principais chefes do servizo de investigazón militar sobre os méritos de Trotsky.
En 1938, agresión de Hilter é unha ameaza constante para a Unión Soviética, momento no cal o Partido Comunista leva a cabo unha luita definitiva contra os derrotistas e colaboradores, e é precisamente aí, cando o Partido mobiliza todas as forzas para a xigantesca luita que se aproxima, cando Trotsky leva a cabo a sua provocadora axitazón, que serviu sobretodo de argumento aos nazis. En 1938 todos os comunistas e patriotas soviéticos preparaban-se, en corpo e alma, para as tarefas políticas e militares coa olhada posta na agresión nazi. Os dementes chamados de Trotsky por un levantamento armado encontraron grande repercusión nos peores inimigos do socialismo.
Eis algúns dos pontos de vista que Trotsky defendia entre 1938 e 1949:

“Só se pode asegurar a defensa do país por meio da destruizón do grupinho autocrático de saboteadores e derrotistas”- 3 de xulho de 1938.
Neste momento, ante a ameaza nazi, as tensións na URSS facian-se maiores. Algúns grupos de oportunistas, para os cuais os sacrifícios eran demasiados, e algúns grupos contra-revolucionários, planexaran un golpe de estado. A depurazón estritamente necesária en vista das perspectivas de guerra, devía ser dirixida precisamente contra estes grupos. Trotsky deu-lhes un argumento novo para apoiar a axitazón contra o Partido: A derrota da URSS polos nazis é un feito se Stalin e os stalinistas permanecen no poder, por isto hai que destituir á direzón actual do Partido por meio dun levantamento. Isto coincidia exactamente cos obxectivos dos nazis, que querian desencadear unha guerra civil para realizar máis facilmente os seus planos de invasión.
“Só o derrocamento do grupo separatista do Kremlin poderá restaurar a forza militar da URSS. Todos os que de forma direta ou indiretamente apóien o estalinismo, todos os que esaxeren a forza do seu exército, son os grandes inimigos da revoluzón socialista e dos povos oprimidos.”- 10 de outubro de 1938.
Cómpre ter en conta que os nazis alemáns acreditaran nesta propaganda e apoiaron-na con firmeza para acabar co bolcehvismo. Mais após seis meses de guerra tiveron que reconhecer que menospreciaran as posibilidades militares e a combatividade dos Soviéticos.
“Só un levantamento do proletariado Soviético contra a tirania vergonhenta dos novos parásitos pode salvar o que resta nas bases da sociedade das conquistas do outubro” – 14 de novembro de 1938.
“As conquistas da revoluzón de outubro só poden servir ao povo se é quen de actuar contra a burocrácia stalinista, como cando actuaron contra a burocrácia tzarista e a burguesia. (…) Iso só se pode conseguir dun xeito: Por meio do levantamendo dos operários, don campesinhos e dos soldados do Exército Vermelho contra a nova casta de opresores e parásitos. Para preparar un levantamento desta manitude precisa-se dun novo partido, a IV Internacional” – Maio de 1940.
Os leitores notarian a data desta proposta delirante: maio de 1940. Sete meses antes Inglaterra e Fraza declararan a guerra á Alemanha de Hitler; dous meses antes a Finlándia, aliada de Alemanha, rendia-se á Unión Soviética após tres meses de guerra. Stalin tentou por todos os meios ganhar temop sabendo que a agresión nazi poderia-se dar en calquer momento. No meio desta coxuntura, Trotsky lanzaba provocazóns escandalosas e criminais, fixo un chamado ao povo e máis tarde ao exército contra a “nova clase de parásitos”. Naqueles tempos esta terminoloxia era mui popular entre os seguidores de Hitler. Como non ian chegar os bolcheviques á conclusión de que Trotsky se desviara de tal maneira que actuaba como un axente de Hitler?
Por mor das suas declarazóns anticomunistas, durante o periodo de 1938-1940, Trotsky e os seus pequenos grupos de acólitos converteran-se en provocadores, consciente ou incoscientemente, ao servizo dos nazis. Mais eles non puderon exercer a máis mínima influéncia no desenvolvimento dos combates. Grazas a un xigantesco esforzo na organizazón e mobilizazón da povoazón, do Exército Vermelho e dos grupos guerrilheiros, grazas aos esforzos sobrehumanos no campo da produzón militar e da construzón de novas fábricas, os bolcheviques foron quen de se preparar eficazmente para a inevitável confrontazón cos criminais nazis.
Ao remate da guerra antifascista os pequenos grupos trotskistas no mundo enteiro estaban completamente ilhados e desacreditados. Kruchov deu a oportunidade aos trotkistas anticomunistas de erguer-se coa crítica ao xigantesco trabalho do camarada Stalin utilizando as mesmas palavras que a dos reacionários de todo o mundo. Por isto, a dia de hoxe, a linha que foi aprofundada e ampliada por Brezhnev e Gorbachov deu a base para a restaurazón do capitalismo selvaxe.
Neste sentido, dicemos hoxe, que aqueles que non son capaces de reconhecer o caráter provocador, anticomunista e profascista das mencionadas teses de Trotsky non son verdadeiros comunistas.

Mandel apóia aos nazis ucranianos
Vexamos deseguido que forzas políticas e sociais foron apoiadas polos trotskistas desde a Segunda Guerra Mundial no nome da sua “revoluzón política”.
Cando en 1941 os nazis invaden unha parte da URSS, fundan e apóian na Ucránia un movimento chovinista e pronazi que asasinaba a miles de xudeus, polacos e comunistas. En 1944 os nazis, na sua partida, deixaron grupos fascistas ucranianos treinados por oficiais alemáns nazis. O grupo de Mandel aplaudiu esta contra-revoluzón naxi, como se esta fose unha parte da “revoluzón política antiburocrática”. Incrível? Xulgue vosté mesmo:
En 1988 escrevia Mandel: “Durante a Segunda Guerra Mundial a IV Internacional subestimou o potencial revolucionário do movimento nacionalista ucraniano. A Internacional tan so percebeu a existéncia do movimento revolucionário de liberazón nacional cinco anos despois da guerra, cando os combatentes ucranianos libraban a sua última batalha”.
Aquí os trotskistas deixaron-se ver claramente como provocadores ao servizo dos nazis. Os trotskistas utilizaron nesta oportunidade a mentira que, desde 1945, foi divulgada polo servizo norteamericano de informazón, segundo a cal os chovinistas ucranianos luitaban contra Hitler e contra Stalin. Cal será a verdade? Nunha revista para ex-combatentes da frente oeste, un oficial alemán da Waffen-SS relataba as suas experiéncias na Ucránia. El reconhecia que o povo ucraniano “estaba mui defraudado coa política alemana durante a invasión.” Antes da retirada do exército alemán formara-se a división Galitzia da Waffen-SS, que estaba composta por ucranianos e dirixida por militares alemáns. Melnik, o comandante do Exército insurrecional ucraniano tomou “a responsável decisión de luitar en duas frentes: contra os Soviéticos e contra os alemáns (contra os alemáns… que xa se estaban retirando). O oficial nazi descreve as luitas que el liderou en xulho de 1944 xunto cos “seus ucranianos” contra o Exército Vermelho. “O feito de que soldados alemáns e ucranianos combateran conxuntamente contra o inimigo común deu-lhe unha nova dimensión á história das relazóns nazi-ucranianas.”
Realmente é unha realidade marabilhosa esta revoluzón política trotskista encabezada pola Waffen-SS!


Coa contra-revoluzón en Berlín e Dudapest
A meirande parte da povoazón alemá apoiou ativamente o rexime de Hitler durante toda a guerra. Cinco anos despois da derrota a influéncia dos nazis estaba presente, tanto na Alemanha Ocidental como na Oriental. Na Ocidental os velhos nazis e os seus colaboradores continuaron á frente das grandes empresas, da maxistratura e do exército. A guerra fria desatada polos EEUU e Inglaterra, conservou o anticomunismo entres eses que na RDA sentian saudade do anteiror sistema. Cando en 1953 en Berlín do Leste estoupa unha revolta dirixida por velhos nazis e apoiada polo grupo de Xeneral Gehlen (ex-chefe do servizo secreto nazi que desertara á CIA), Mandel aplaudiu esta “luita antiburocrática”. “A casta burócrata non retrocede ante ás peores crueldades, esta lizón histórica foi escrita con sangue no muro de Berlín en 1953”.
En Hungria o rexime fascista de Horthy dominara sen trégua desde 1919 até 1944. En 1956 rebenta a contra-revoluzón húngara, desatada polos fascistas co apóio da CIA; Mandel aplaudiu: “A revoluzón húngara de outubro-novembro de 1956 é a que ten chegado máis lonxe en direzón á revoluzón política antiburocrática”.
Queremos engadir aquí que aqueles que en 1989 en Budapest pediron o livre comércio e a alianza coa OTAN declaraban con isto a realizazón do programa de levantamento anticomunista de 1956. Con iso honraron ao seu “Heroi Nacional”, Imre Nagy, que o 31 de outubro de 1956 se retirou do Pacto de Varsóvia e declarou a “neutralidade” de Hungria… foi ista, de feito, a frase máis repetida que se formulou en Rádio Europa Libre. A imprensa trotskista aprovou as grandes manifestazóns anticomunistas do verán de 1989 en Hungria. Así escreve Mandel: “Nesta semana protestaron un milhón de persoas en Budapest, rendendo homenaxe á memória do camarada Imre Nagy, líder comunista do governo da revoluzón, fusilado polos estalinistas”. (Entre parénteses, a imprensa fascista tamén fixo homenaxes a Nagy, este partidário chovinista executado polos estalinistas…). O mesmo xornal trotskista foi ainda máis lonxe: Imre Nagy tivo que pagar coa sua vida pola sua atividade valerosa do lado dos conselhos de operários na grande Budapest. Estes conselhos esixian a democrácia dentro do socialismo”.
No livro “A URSS e a Contra-Revoluzón do Veludo” adicamos un capítulo á análise da contra-revoluzón de 1956 en Hungria.

Con Solidariedade, o “Poder Obreiro”
Solidariedade foi apresentada polos trotskistas como unha organizazón comprometida na luita contra a burocrácia estalinista e polo socialismo proletário! A IV Internacional escreve en 1980: “Solidariedade trabalha, cando menos a nível local e rexional, obxectivamente visto, cada vez máis como un órgao de dobre poder; a revoluzón política antiburocrática apenas comezou en Polónia. A experiéncia polaca amosta o contido da revoluzón proletária das esixéncias democráticas e nacionais nos estados operários burocratizados.”
Os trotskistas queixan-se xa en 1981 que Solidariedade non quer tomar o Poder, embora eles representen o Poder alternativo, o dos trabalhadores. “O povo está desarmada pola incapacidade de Solidariedade de tomar o Poder: seria tráxico neste momento se o ódio do totalitarismo chegase a desarmar aos trabalhadores que están confrontando-se cunha ditadura totalitária. O que existe agora contra o Estado é a forza dos trabalhadores polacos.” E cando Solidariedade avanza en 1989 coa axuda de Reagan, Bush, Thatcher e de todos os servizos de intelixéncia de Ocidente e está pronta para tomar o poder, Mandel ainda non mudou de opinión no que corresponde á natureza autética de Solidariedade e declara: “O goverdo de Solidariedade é unha vitória para a clase operária.”

Coa CIA en Checoslováquia
En 1990 en Checoslováquia toma o poder Vaclav Havel, xeralmente conhecido como colaborador da Rádio Europa Livre e da CIA, nomeando ao famoso trotskista Peter Uhl como diretor da axéncia de imprensa checoslovaca, voceiro do novo estado burgués pro-norteamericano! Uhl escreve: “Pode-se discutir até que ponto foi xustificada a teoria de Trotsky sobre a revoluzón política. Eu penso que é en Checosolováquia onde a realidade se aproxima máis á teoria”. O 12 de novembro Mandel reflexiona o mesmo, e leva esta idea até o absurdo: el compara a contra-revoluzón checoslovaca… coa grande Revoluzón de Outubro! No seu resumo escreven os trotskistas: “O noso camarada Ernest Mandel ten confirmado máis claramente que nunca que non hai nengunha dúvida: o que nós vivemos agora en Checoslováquia e na RDA é a verdadeira revoluzón cunha magnitude e unha profundidade sen precedentes desde a Revoluzón de 1917”.
Peter Uhl deu unha descrizón extraordinária da “revoluzón política” na Checoslováquia, como unha revoluzón anticomunista levada a cabo pola frente de todas as forzas reacionárias: “Haverá algúns que vian na Carta 77 un paso cara a revoluzón política, tamén eu; outros vian nela un meio para predicar a palavra de Cristo; era un verdadeiro laboratório de toleráncia.” “No tocante a dicer que se está contra o ‘comunismo’, contra o estalinismo, contra a burocrácia, todo o mundo está de acordo”. Linda descrizón desa frente dos fascistas clericais, os chovinistas reacionários, os social-demócratas, os axentes da Rádio Europa Livre e dos trotskistas en servizo.
Engadimos o que os trotskistas nos ensinaban en 1989: “Que a história de Checoslováquia tomou unha revancha fantástica. A honra de Dubcek restabelece-se”. Ainda que verdadeiros comunistas pudesen diverxer de opinión sobre a pregunta se a intervenzón soviética de 1968 foi xusta ou non, non haverá dúvidas no que respeita a análise unánime da “Primavera de Praga” como unha contra-revoluzón de tipo socialdemócrata.
En “A URSS e a Contra-Revoluzón de Veludo”, adicamos-lhe un capítulo completo a Checoslováquia entre 1969 e 1989 onde se esclarece a relazón entre as ideas socialdemócratas de Dubcek en 1969 e as da revoluzón de veludo de Havel e de Uhl. Tamén se comentan os pontos de vista de Castro, que apoiou a intervenzón, e da China que a condeou.

A revoluzón proletária na RDA!
Desde setembro de 1989, a burguesia revanchista da República Federal Alemá apoiou con grandes meios económicos, coa sua rádia e a sua televisión a axitazón anticomunista na RDA. O grupo de Mandel asegura que “unha verdadeira revoluzón política princípia”.
Duas semanas despois, Mandel dá a benvida á revoluzón proletária na RDA! “O éxito do movimento de masas que ten sacudido á RDA posue a magnitude dunha verdadeira revoluzón. Este movimento ultrapasa todo o que se viu en Europa desde 1968, quizais desde a revoluzón espanhola. O caráter proletário co que se comezou a revoluzón na RDA é demostrado pola imensa desorde nas fábricas”. Un mes despois, en decembro de 1989, acadou o seu cume: “Estou realmente entusiasmado con todo o que acontece en Berlín. Todo o que Rosa Luxemburgo, Trotsky e Lenin algún dia agardaron, realiza-se agora. A primeira revoluzón, desde a revoluzón dos Países Baixos no século XVI, que non é ameazada por unha intervenzón militar internacional. Atopamo-nos diante da primeira xerazón alemá, após douscentos anos, completamente antimilitarista e antinacionalista. O que estimula o meu entusiasmo é a magnitude e a forza deste movimento popular. Dos cincocentos mil habitantes de Leipzig, de 200 a 300 mil persoas sairon á rua durante oito luns consecutivos. Na Alemanha Oriental a corrente antisocialista ainda é escasa. Ninguén pode dicer onde acontecerá a próxima revoluzón na Rúsia, Fraza, África do Sul ou Espanha, mais o que é certo é que as revoluzóns na Alemanha Oriental e en Checoslováquia terán os seus frutos”.
Para ilustrar o caráter socialista destes movimentos, a IV Internacional cita unha declarazón dun… grupo social-demócrata. Porén é xustamente a social-democrácia unha do imperialismo alemán como poténcia expansionista. A estratéxia e a táctica que Willy Brandt utilizou para infiltrar e influenciar o partido comunista da RDA, para dividí-lo e deste xeito destruí-lo, tivo un papel mui sobranceiro na dexenerazón oportunista da S.E.D.
Os trotskistas citaban o seguinte texto: “A democratizazón necesária na RDA presupón unha oposizón ao poder e á pretensión do partido dominante de ser voceiro da verdade. Para nós, a formazón dun partido social-demócrata é mui importante. As nosas orientazóns programáticas: formazón dun Estado de direito, democrácia parlamentar e pluripartidismo; economia social de mercado cunha proibizón de formazón de monopólios; e a liberdade de estabelecer sindicatos independentes.”
Desta maneira os trotskistas apresentan un programa que louva abertamente o rexime burgués, como ilustrazón do caráter “proletário” da “revoluzón política” que es está levando a cabo…

A Glasnost e o sistema mulpiartidista contra os “estalinistas”
Mandel estabeleceu tres critérios para distinguir aos seguidores do “estalinismo”, e das forzas que estaban a prol do caminho ao “socialismo democrático e autoxestionário”: a posizón con respeito á Glasnost de Gorbachov, ao rol do partido comunista, e a represión na praza Tien An Men.

“Que viva a Glasnost”
“Definimos a Glasnost como un proceso de mudanzas políticas que amplian o exercício das liberdades democráticas”, escreveu Mandel.
No livro “A URSS e a Contra-revoluzón do Veludo”, oferecemos un capítulo completo para demostrar que os cinco anos da Glasnost prepararon sistematicamente os espíritos para toda a restaurazón do capitalismo integral; que a Glasnost resucitou os ideais da grande burguesia rusa de 1917; que a Glasnost deu a voz a todos os anticomunistas, a axentes da CIA como William Colby, o seu anteiror director, ou ao Pastor Moon, aos seguidores do tzarismo e da igrexa ortodoxa tzarista, a antigos colaboradores naxis e aos homes de Vlassov e de Bandera.
Mandel falaba de liberdades democráticas en xeral sen caráter de clase, no momento no que Gorbachov daba liberdade a todos os contra-revolucionários que querian enterrar as últimas estruturas e influéncias socialistas. O princípio fundamental do Leninismo é que o socialismo é unha ditadura de clase que une aos trabalhadores, contra as forzas da burguesia, contra os explotadores. Lenin di: “Reconhecer que toda a liberdade, se ela non está subordinada a liberar o trabalho da opresión capitalista, é un engano”.

“Abaixo o partido único!”
A Glasnost cedeu a palabra a todas as correntes anticomunistas, e fixo posível que todas as forzas capitalistas e pró-imperialistas se organizasen e luitasen abertamente pola restaurazón. Mandel aplaudiu en 1989 a instaurazón de partidos anticomunistas e contra-revolucionários na URSS. “O comezo de eleizóns auténticas, como hoxe se manifesta na URSS, é un grande paso adiante. Mais se necesitan eleizóns livres, con liberdade para constituir tendéncias, frazóns e partidos diversos, sen restrizóns ideolóxicas”.
Entre 1989 e 1990, Mandel logra atopar o seu maior sonho que é a legalizazón “de partidos diversos sen restrizóns ideolóxicas”, como tamén a posibilidade de que a burguesia soviética se manifeste por meio de partidos social-demócratas, liberais, democrata-cristiáns, chovinistas-tzaristas, etc. Este pluralismo burgués marcou a fin do socialismo e trouxo a restaurazón completa do capitalismo. Hoxe, a prática da luita de clases ten demostrado o caráter e a natureza desta esixéncia fundamental dos trotskistas. Con isto, comproba-se máis unha vez, a verdade que tantas veces foi repetida polo Partido bolchevique e o camarada Stalin: o trotskismo é a social-democrácia de direita, agochada na verbosidade de “esquerda”. No capítulo: “Partido único ou pluripartidismo”, Mandel di: “ Se se supón que tan só se poden legalizar aqueles partidos e organizazóns que non tenhan programas burgueses (e pequeño-burgueses?), onde se vai trazar a linha de demarcazón? Serán proibidos partidos que tenhan membros maioritariamente proletários, mas que tenhan unha ideoloxia burguesa? Onde se porá a linha demarcatória entre un “programa burgués” e a “ideoloxia reformista”? Entón, é necesário proibir os partidos reformistas? É necesário suprimir a social-democrácia? (…) Nengunha democrácia obreira auténtica é posível sen a liberdade de estabelecer un sistema multipartidário.”
Si, Lenin proibiu os partidos social-demócratas, é dicer, os mencheviques e os social-revolucionários, porque eses luitaron durante a guerra civil a carón do tzarismo, da burguesia e dos exércitos intervencionistas; e porque eses foron derrotados xunto coas forzas feudais e da burguesia. E Lenin enfatizou-no tantas veces que un representante intelixente da grande burguesia, Milioukov, comprendeou perfeitamente que durante o primeiro periodo tan só un partido social-demócrata de “esquerda” teria posibilidades de mobilizar as masas na luita antibolchevique.

“Non reprimir a contra-revoluzón!”
O trotskismo nunca perderá de vista o seu inimigo, o marxismo-leninismo e o movimento comunista internacional. Por iso Mandel concentra todos os seus esforzos contra aqueles que denuncian os procesos contra-revolucionários. Durante 1989, duas tendéncias políticas tentaron enfrentar a contra-revoluzón en marcha. En primeiro lugar, forzas no Leste Europeu que durante muitos anos amosaron inclinazóns oportunistas do tipo de Kruchov, e que con respeito á URSS amostraron un cego seguimento, mais que comezaran a decatar-se das verdadeiras intenzóns de Gorbachov; e en segundo lugar, o Partido Comunista Chinés, que reprimiu a revolta anti-socialista en Pequín.
Para acelerar o proceso de restaurazón na Unión Soviética, Gorbachov deu luz verde ás forzas anticomunistas no Leste Europeu, tentando impedir que os auténticos comunistas construisen unha frende de anti-restaurazón. Ao mesmo tempo, a restaurazón no Leste Europeu tinha que alentar e axudar aos “reformadores” da URSS.
Cando a restaurazón culminara praticamente en Polónia e Hungria, Mandel dicia: “O Leste Europeu está neste momento sacudido por unha crise sen precedentes desde a fin da Segunda Guerra Mundial. Ao contrário do que unha análise superficial poda facer parecer, a burguesia europea non ve con bons olhos esta desestabilizazón. Ela non mantén nengunha esperanza de recuperar aos países do Leste para o capitalismo”. Un ano despois esa afirmazón deixa a Mandel como o títere da contra-revoluzón. Mais serviu para xustificar a axuda ás forzas anti-socialistas na sua agresión contra a “burocrácia”. Mandel minou toda vixiláncia contra a nova burguesia e o imperialismo.
Ao mesmo tempo, Mandel estabeleceu unha vixiláncia inigualável contra as febles forzas comunistas que resistian á ofensiva da burguesia! “Está sendo organizada unha espécie de “frente internacional” anti-Gorbachov que inclue a aqueles que son chamados “conservadores” na Roménia, Checoslováquia, Alemanha do Leste, minorias neo-estalinistas na Polónia e Hungria.”
En abril de 1989, Mandel dá a benvida ao evidente progreso da restaurazón na Polónia e Hungría, á que chama “experiéncia pluralista”. Havel é o seu heroi e os opositores á restaurazón son inimigos inflexíveis. “No momento en que Polónia e Hungría dan os primeiros pasos nunha experiéncia limitada de pluralismo, a direzón de Praga reafirma o princípio do “rol dirixente do partido” (…) A imprensa na Alemanha do Leste continua apoiando a represión na Checoslováquia, e estimula a formazón do eixo Praga-Berlín-Bucarest contra a Perestroika. Para Havel, o Neues Deutschlanda é considerado provocativo”. “Envien mensaxes de solidariedade a Vaclav Havel na prisión”. Para os trotskistas cada represión ás forzas anti-socialistas, cada encarceramento de axentes subversivos que trabalhan para a CIA, como Havel, é un crime monstruoso.
En maio de 1989, os estudantes anticomunistas de Pequín aclamaran a Gorbachov berrando: “Que viva a Glasnost e a Perestroika”! e “Que viva Solidariedade”! Cando o 4 de xunho de 1989 as revoltas contra-revolucionárias foron reprimidas, Mandel pon-se do lado da extrema-direita internacional, naqueles momentos dirixida polo Kuomintang, O Partido Fascista no poden en Taiwan. Nunha primeira reazón aos acontecimentos de Pequín, Mandel escreveu: “A casta burocrática… non retrocede ante os crimes máis repugnantes. Esta lizón de história xa foi escrita con sangue no muro de Berlín en 1953, en Praga en 1968, en Gdansk en 1970 e en Varsóvia en 1981. A magnitude das crueldades en Pequín tan só poden ser comparadas co xeitos de esmagar a revoluzón húngara en 1956. (…) Os verdugos de Pequín ainda non ganharon a batalha e o povo chinés hoxe se levanta. A insurreizón expande-se polo país. O exército desmorona-se e unha verdadeira guerra civil ameaza”. Como os fascistas de Taiwan, os trotskistas agardaban que se destase na China unha “verdadeira guerra civil” contra a clase burocrática. Despois Mandel fixo unha análise teórica na que asegura o seguinte: “A comuna (¡) de Pequín en abril-maio de 1989, foi o início dunha real revoluzón política que tentou substituir o poder corrupto e ineficaz dunha casta de burócratas polo poder auténtico das masas populares. (…) as masas que se ergueron en Pequín non tinhan nengún interese en restabelecer o capitalismo. Tampouco era o seu obxectivo”.
Embora non fosen os únicos, felizmente, que devian salvar a honra, rapidamente declararon: “Tan só a ala esquerda do partido comunista da URSS salvou a honra do comunismo”. “Hoxe estamos orgulhosos de ir a carón de outros comunistas no noso proxecto contra a represión sanguenta na China. A primeira reazón foi de Boris Yeltsin. “O que acontece na China é un crime”, declarou o membro recentemente eleito do Soviet Supremo.” Por suposto, Mandel estaba orgulhoso da companha de Yeltsin.
No ensaio “Tien An Men 1989: do rumo revisionista ao levantamento contra-revolucionário”, demostramos o verdadeiro caráter do movimento de Pequín.
Fang Li-Zhi, indiscutivelmente o pai espiritual da “protesta” estudantil de Pequín, declarou o 17 de xaneiro de 1989: “O socialismo, tipo Lenin-Stalin-Mao está completamente desacreditado. É compatível a forma típica chinesa de rexime ditatorial co mercado livre? A ditadura socialista está entrelazada co sistema de propriedade coletiva e a sua ideoloxia é contrária ao direito de propriedade esixido polo livre mercado”. Tres dos principais líderes de Pequín, Yan Jiaqi, Wuer Kiaxi e Wang Runnan, refuxiaron-se na Franza e alí estabeleceron a Federazón para a Democrácia. Eles fixaron os obxectivos no seu programa: “Desenvolver unha economia de iniciativa privada e pór fin á ditadura do partido único”. No nome do sistema multipartidário, eles incorporaron-se ao partido fascista do Kuomintang. Wuer Kiaxi, louvado na imprensa trotskista, reuniu-se o 29 de xaneiro de 1990 co chefe do servizo de espionaxe taiwanés na República Popular da China. A el, John Chang, declarou-lhe: “A comunicazón entre os chineses anticomunistas é o primeiro paso para a unidade”. Yan Jiagi e Wang Runnan tamén visitaron Taiwan. Yan declarou que “o feito de que Taiwan tenha un governo democrático é un xeito de benvida. Isto semelha-me a base máis importante para a unificazón de Taiwan e a China continental”. Yueh Wu, o líder da chamada Unión Operária Independente, tan querido polos trotskistas, chegou a Taiwan o 16 de xunho de 1990… convidado pola Liga Mundial Anticomunista.
Deste xeito, na sua tentatiba por diferenciar aos estalinistas que defenden os princípios do marxismo-leninismo, dos seguidores do “socialismo multipartidário”, Mandel lanzou un terceiro critério: “Outro indicador é a posizón con respeito á represión sanguenta da Comuna de Pequín. Case todos os partidos que son seguidores da Glasnost, atopamo-los novamente entre aqueles que condenaron as crueldades da praza Tien An Men”.

Os “estalinistas” desde Pyongyang até La Havana
En outubro de 1989, Mandel clasifica como forzas “estalinistas” aos partidos comunistas de China, Alemanha do Leste, Vietnam, Roménia, Checoslováquia, Bulgária, Xapón, Índia (o PCI-marxista), Corea do Norte, Albánia, Portugal e aos grupos que el clasifica como pró-albaneses e maoistas. E tamén ao Partido Comunista Cubano.
Cando Mandel declara que “o partido comunista cubano ocupa unha posizón especial”, fai referéncia á sua táctica particular, con respeito a Cuba, para axudar a destruizón do Partido Comunista. Iste clarexa-se en base á seguinte tese que propón: “Os ataques de Fidel Castro e da direzón cubana contra a Glasnost, isto quer dicer, contra o proceso de democratizazón parcial que se adianta na URSS, son crontrários aos intereses do proletariado soviético, do proletariado mundial e aos da revoluzón cubana. Arriscan-se a provocar unha verdadeira crise de lexitimidade da direzón cubana ante unha parte das masas, sobretodo da mocidade”. “As limitazóns de liberdade de pensamento fan-se cada vez máis abondosas en Cuba”. O Partido Comunista “substitue” ás masas. “Este triste retroceso ideolóxico, a longo prazo é un suicídio”. Castro non pode eficazmente “a dexenerazón burocrática do Estado cubano” porque el “rexeita a Glasnost, a democratizazón pluralista, o controlo institucional polas masas”. “Non lhe resta máis nada que a luita burocrática contra a burocráica. El entra no caminho dunha derrota como xa o vimos na URSS e na República Popular da China”. Isto amosa que o ódio dos trotskistas “ao rexime burocrático unipartidário” extende-se até o “Partido único Cubano”. Se a sua táctica de aproximazón difire, é porque están convencidos que poden destruir máis eficazmente o movimento comunista na América do Sul, por meio de infiltrazóns no Partido Comunista Cubano e os partidos próximos a Cuba. Isto foi claramente demostrado no trabalho destrutivo que estes anticomunistas executaron durante dez anos no interior da Frente Sandinista. Agora eles agardan poder aproximar-se á ala “progresista, anti-burocrática e reformista” do Partido Comunista Cubano. Eles esperan que os contínuos encontros dos cubanos cos soviéticos serán suficientes para formar partidários da Glasnost e do pluripartidismo.

Pasado o tempo, tivemos a oportunidade de verificar, na ex-URSS e no Leste Europeu, as consecuéncias que os conselhos de Mandel deixaron: triunfo da contra-revoluzón; unha restaurazón total do capitalismo; rexurdimento do fascismo e do chovinismo reacionário; un capitalismo do máis selvaxe, onde os super-ricos tenhen levado a milhóns de persoas á miséira, á guerra civil. Non existe nengunha dúvida de que o Partido Comunista Cubano tomara as medidas necesárias para impedir a infiltrazón destes contra-revolucionários e anticomunistas profisionais.

NOTA EXPLICATIVA AO LEITOR: Ao texto sobre o trotskismo, do PTB, nós somamos un trabalho que abranxe unha conferéncia que deu o camarada Sérgio Ortiz, do Partido de Liberación de Argentina en novembro de 1987 diante de cuadros e militantes do PL. Este texto é un complemento útil á informazón recolhida no trabalho do PTB e por iso pedimos autorizazón ao autor para distribuir os documentos xuntos. Nunha recente nota sobre este documento, o autor abraxe certos aspectos sobre a posizon trotskista relativa a Cuba que nós reproducimos aquí:

“Os trotskistas maltratan a Cuba socialista como se esta fose o “mao da película”. Todos eles pegan duro contra o governo de Fidel Castro, con algúns matices. O máis obstinado na Arxentina é o MAS, que no seu acto do último Primeiro de Maio (Praza Once en Buenos Aires) incluiu esta consigna de convocatória: “Fora Castro e os capitalistas de Cuba”. O P.O., pola sua banda, reivindica “liberdades democráticas e de organizazón para as masas cubanas explotadas”.
Nós defendemos fervorosamente Cuba como bandeira socialista ao vento latino-americano, que segue ondulando mália o duplo bloqueo e as cruzadas pró-yankes como as do presidente Carlos Menem. (…) Os trotskistas tratan á bloqueada Cuba con punho de ferro e, por outra lado, enchen de elóxios a contra-revoluzón que restabeleceu o capitalismo na ex-URSS e no Leste Europeu, e que fortaleceron a capacidade de manobra do G-7. Sen o fortalecimento táctico do imperialismo non se explicaria a sua agresividade no Panamá, na Guerra do Golfo, Somália, a Lei Torricelli contra cuba, etc. A posizón trotskista significou, alén da vontade de abnegados militantes que ten na base, facer o xogo ao imperialismo. Ao peor imperialismo. Así son os trotskistas: intolerantes coa única revoluzón socialista da América Latina e xoviais admiradores da contra-revoluzón do 89 e 90, de Thatcher, Bush e Menem (verdadeira restaurazón capitalista prevista no seu tempo non polos trotskistas senón por un inimigo destes, o grande revolucionário marxita Mao Tsé-Tung).
Que tenha comezado a resisténcia obreira na Rúsia, Polónia, Alemanha, etc… contra os governos restauradores, non desculpa aos trotskistas, quen favoreceron a restaurazón e sementaron unha grande confusión política ao cualificá-la de “revoluzón obreira”. De semelhantes traizóns non se pode sair tan só cun pouco de autocrítica; muito máis difícil no caso dos trotskistas, tan reácios á menor autocrítica. No tema da revoluzón e contra-revoluzón rusa resultara-lhes imposível acertar a menos que se afasten da linha do seu inspirador, Leon Trotsky, quen se enfrentou a Lenin de 1902 en diante. (Nota do autor, Arxentina, 29.06.93).”


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